Os estudos sobre bipolaridade e os estudos sobre esquemas/programas de reforço costumam ser estudados por diferentes grupos profissionais ou análise experimental do comportamento ser aplicada de forma subordinada ao modelo biomédico como campo autônomo de conhecimento e atuação. No entanto, o diálogo entre essas linhas de pesquisa e atuação não é sem interesse mesmo que translacional. Por que não tratar os estados afetivos de atividade excessiva e depressão como controle de estímulos de esquemas/programas de reforço que induzem padrões de frequência de comportamentos? Por que não tratar os gatilhos farmacológicos de início de bipolaridade como farmacologia em interação com esquemas/programas de reforço presentes, modificados ou interrompidos?
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