A identificação de pessoas com problemas de comportamento como membros de uma classe de pessoas com "doença mental" é inicialmente um procedimento retrospectivo. A categorização de tipos de problemas de comportamento cria identidades sociais com base em diagnósticos. Uma vez que o ponto de partida seja o inatismo e a herdabilidade, a capacidade preditiva dos diagnósticos aumenta seu ônus de prova, uma vez que implica em negação de circunstâncias como relevantes. Por outro lado, o quanto a negação de circunstâncias é um fator independente do fenômeno e o quanto é efeito do poder de influenciar práticas sociais como impositivas e generalizadas? Por outro lado, uma vez que o núcleo de pressupostos de modelos científicos não são diretamente refutáveis por dados empíricos de acordo com o conhecimento em axiomatização de teorias científicas, uma vez que o domínio empírico é apenas restringido e uma vez que casos individuais de fracasso preditivo são revistos, reclassificados ou mantidos em tratamento por rigidez do sistema de saúde não sendo reconhecidos como tais, então a validade preditiva de categorias diagnósticas seriam possivelmente baseadas na seletividade de dados que resistem à exclusão como instâncias da classe diagnóstica. Isso também configura um procedimento retrospectivo.
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