Para a terapia comportamental o reforço positivo geralmente é visto como um objetivo e como uma condição de promoção de desenvolvimento saudável. Por outro lado, na perspectiva médica e em contingências de reforçamento comuns e leigas a respeito de comportamento operante, o reforço positivo é uma fonte potencial de problemas e complicações. O reforço positivo como objetivo é de difícil alcance em circunstâncias de necessidade de contrafactualidade. Já a contrafactualidade mais simples e utilizável sem curva de aprendizagem relevante, embora com efeitos contraproducentes, é o controle aversivo/coerção. O significado desse problema é de interesse para a superação da medicalização como única solução viável ofertada e superação do uso do controle aversivo.
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