A questão da confiança rígida em recomendações farmacológicas de tratamento principalmente por médicos em detrimento de consideração de relações funcionais entre variáveis é formulável enquanto o fenômeno operante de força de seguimento de regras. A história passada de sucesso com seguimento de regras de recomendações médicas estabelece força da classe operante de seguimento de regras de recomendações médicas. Uma vez estabelecida a força da classe de seguimento de regras de recomendações médicas, a classe verbal operante é aplicada para ocasiões em que o seguimento de regras acarreta em danos ou cuidados de saúde inferiores embora socialmente adaptados. A ausência de repertório de entendimento conceitual de relações funcionais entre variáveis, cuja complexidade e dificuldade de acesso e de execução é maior do que apenas a confiança e obediência sem entendimento mantém a força da classe verbal de seguimento de regras de recomendações médicas. A força da classe verbal de seguimento de regras de recomendações médicas também é mantida por alegações de riscos de ruína pelo não seguimento de regras de recomendações médicas. Por outro lado, a confiança em recomendações médicas é reduzida por experiências de insucesso com tratamentos médicos ou formação conceitual no entendimento de relações funcionais entre variáveis, e em alguns casos, formando a classe de não seguimento generalizado de regras de recomendações médicas através de repertório conceitual concorrente. Situações de diferença entre seguimento rígido de regras de recomendações médicas e não seguimento de regras através de repertório conceitual concorrente potencialmente propiciam preconceitos com repertórios conceituais concorrentes até mesmo em casos de exatidão conceitual, aumentando bastante o custo de domínio conceitual necessário para manejo social e de saúde.
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