A noção de pensamento positivo e pensamento negativo na terapia cognitiva é teoricamente correlacionável com função de comportamento por reforço positivo e por controle aversivo. No entanto, uma correlação direta é imprecisa já que o positivo pode ter consequências prejudiciais, o negativo ter consequências benéficas em certos contextos delimitados e ambos serem controle de estímulos imprecisos para satisfação de contingências de reforçamento.
Limitações da psiquiatria biomédica Controvérsias entre psiquiatras conservadores e reforma psiquiátrica Psiquiatria não comercial e íntegra Suporte para desmame de drogas psiquiátricas Concepções psicossociais Gerenciamento de benefícios/riscos dos psicoativos Acessibilidade para Deficiência psicossocial Psiquiatria com senso crítico Temas em Saúde Mental Prevenção quaternária Consumo informado Decisão compartilhada Autonomia "Movimento" de ex-usuários Alta psiquiátrica Justiça epistêmica
Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)
Aviso!
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Correlatos de pensamento positivo e negativo
quarta-feira, 20 de março de 2024
Reducionismo e comportamento
O filósofo da ciência Hempel afirma que o behaviorismo é reducionista por realizar uma transformação ou modificação artificial de fenômenos em outro formato ou de outra natureza para uma formulação em comportamento operante.
A definição e crítica ao mentalismo de Skinner, no entanto, é um reconhecimento do potencial produtivo do fenômeno do comportamento operante se respeitadas as suas características. Problemas de difícil solução ou soluções insuficientes e parciais são "equacionáveis" dentro de uma formulação como comportamento operante, o que aumenta a visibilidade sobre as aprendizagens ocorridas e amplia possibilidades de aprendizagem. Infelizmente, a formulação operante está fora da imaginação e repertório das pessoas ao se deparar com problemas e demandas e por isso a demanda no mercado é limitada em relação ao potencial que a formulação operante tem.
segunda-feira, 18 de março de 2024
Saúde mental e comportamento: programas de pesquisa
sábado, 24 de fevereiro de 2024
Teorias idiográficas da etiologia e da terapia
terça-feira, 25 de abril de 2023
Diálogo aberto e terapia comportamental
Me pergunto se a terapia de diálogo aberto da Finlândia não tem a limitação de depender da disposição da rede de pessoas relacionadas com o usuário/cliente/paciente de participar do tratamento. Não são todas as redes que são abertas a discutir o caso do usuário e nem dispostas a se implicar nos problemas ou a mudar. Na Finlândia, com educação boa, é provável que haja mais entendimento e abertura para uma forma diferente de tratamento que não envolva apenas manter alguém sob prescrição de medicações para não incomodar ou que o tratamento não possa ser discutido abertamente pela "resistência" e motivações das pessoas envolvidas.
A terapia comportamental permite atuar nesses casos de limitações da rede do cliente pois tem o objetivo de resolver lacunas ou excessos no repertório comportamental do cliente e que estão fazendo com que as contingências de reforçamento (exigências ambientais) não sejam satisfeitas. Essa forma de atuação tem a vantagem de aprimorar o repertório da pessoa em diferentes contextos de forma generalizada (desenvolvimento). Um repertório mais sofisticado poderia ser mais sólido do que apenas resolver conflitos no contexto da rede do usuário (se não houver mudança grande de exigências ambientais e repertório exigido).