Limitações da psiquiatria biomédica Controvérsias entre psiquiatras conservadores e reforma psiquiátrica Psiquiatria não comercial e íntegra Suporte para desmame de drogas psiquiátricas Concepções psicossociais Gerenciamento de benefícios/riscos dos psicoativos Acessibilidade para Deficiência psicossocial Psiquiatria com senso crítico Temas em Saúde Mental Prevenção quaternária Consumo informado Decisão compartilhada Autonomia "Movimento" de ex-usuários Alta psiquiátrica Justiça epistêmica
Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)
Aviso!
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Diagnósticos: predição ou seletividade retrospectiva?
domingo, 4 de maio de 2025
Psicologia baseada em evidências basta?
Título do texto referido: [Doença] Bom-Senso versus Medicina Baseada em Evidências?
Esse texto discute se todas as práticas de saúde tem condições de serem avaliadas com o método da medicina baseada em evidências. Apesar dos desafios de superar o senso comum e o bom senso como procedimentos da psicologia, o conteúdo desse texto é extensível para a área de psicologia e saúde mental já que a medicina baseada em evidências é o modelo de inspiração da psicologia baseada em evidências. No entanto, existem métodos em psicologia e ciências humanas e sociais com contribuições diferentes dos testes de protocolos de tratamento padronizados.
Fonte: Site Medicina Complementar
Link para o texto:
https://www.enxaqueca.com.br/bom-senso-versus-medicina-baseada-em-evidencias/
segunda-feira, 31 de março de 2025
Facilitadores de modelo comercial de saúde
quarta-feira, 26 de março de 2025
Polifarmácia: sintoma -> remédio
A polifarmácia acontece pela prática médica habitual de consultas simplificadas em que a identificação de sintomas através de exames ou de entrevista clínica é associada com uma medicação remediativa sem uma avaliação aprofundada de efeitos do resto das prescrições e de variáveis que possam estar afetando a saúde/doença. Realmente tratar as variáveis que afetam a saúde/doença é muito mais complexo e difícil e consultas que realizassem isso seriam caríssimas. A população acredita que a prática médica considera as medicações em conjunto e as variáveis que influenciam a saúde/doença e por isso confia no médico quando sua prescrição e atitudes transmitem o conceito cômodo para ambos os lados da consulta e para a indústria que basta adicionar mais um medicamento e o conceito de que é tudo muito simples.
domingo, 23 de março de 2025
Notificação de eventos adversos na Anvisa
Notificação de eventos adversos relacionados à saúde pelo cidadão
https://www16.anvisa.gov.br/notivisaServicos/cidadao/notificacao/evento-adverso
Informações sobre notificação de eventos adversos relacionados à saúde pelo cidadão
Notificações de eventos adversos em geral na Anvisa por profissionais e cidadãos
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/fiscalizacao-e-monitoramento/notificacoes
sábado, 17 de fevereiro de 2024
Experimentação e industrialização da saúde
Há uma certa dificuldade de integrar conhecimento experimental com a industrialização em escala da saúde. Na farmacologia os estudos de covariância (estatística) com dados empíricos com baixas suposições geram mais erros de interpretação de resultados. Os modelos experimentais com altas suposições e discussão aberta das mesmas ajudam a interpretar dados acumulados e criar simulações que são mais eficientes e custo-efetivos.
Dificuldade análoga é encontrada na psicologia. O modelo de pacotes e manuais é facilmente industrializável em escala. O conhecimento experimental exige treinamento mais complexo que é desafiador implementar em larga escala e também adaptar ao modelo de evidências baseado em estatísticas (pirâmide de evidências).
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024
Sistemas de saúde baseados em pacotes
A medicina baseada em evidências e a psicologia baseada em evidências são áreas atuariais que fazem parte de uma mudança nos sistemas de saúde que priorizam modelos de rotas definidas de cuidado, isto é, sistemas de saúde baseados em pacotes de tratamento. Pacotes de tratamento são criados para serem adaptações aos interesses dos principais pagadores nos sistemas de saúde que são os governos e seguradoras (planos de saúde). O modelo de pacotes também é uma adaptação à mudança de modelo de negócios do complexo industrial da saúde que começou a priorizar pacotes de tratamento ao invés de apenas produtos. O interesse desses pagadores é a previsibilidade de gastos e redução de custos. Os pacientes são assegurados de que tratamentos validados conforme o critérios de previsibilidade de gastos e redução de custos dos pagadores são a melhor evidência científica existente ou disponível. No entanto, existem evidências de qualidade que não são consideradas por não se ajustarem a esse modelo de negócios, que não são anticientíficos e que podem ser melhores que as rotas definidas de cuidado baseadas em pacotes de tratamento através da individualização ou personalização da atenção à saúde também baseada em evidências de qualidade e compatíveis com o conceito de protocolo pelo respeito aos procedimentos fundamentados em evidências, apesar de diferirem do modelo de validação atuarial dos tratamentos inspirados pelo modelo de negócios acima mencionado. Um desses modelos alternativos de evidências que têm alto rigor científico é o conhecimento experimental. Nada impede a princípio que outros modelos de evidências também entreguem resultados eficazes.
quarta-feira, 15 de setembro de 2021
Politica social de saúde (Dowbor)
Saúde, sem dúvida, custa. Mas é o produto que mais
desejamos. Ou seja, é um produto, e talvez o melhor de
todos. Não é uma atividade meio, é uma atividade fim.
No entanto, devemos distinguir o nível de saúde atingido
em termos de resultados e o processo que permite atingi-
-los. Como em qualquer processo produtivo, a setor deve
alcançar os melhores resultados com o mínimo de custos.
É o que se chama de produtividade da saúde. Nas últimas
décadas, o mundo ganhou uma sobrevida impressionante.
Antes, vivia-se tempo suficiente para criar os filhos. Hoje, as
pessoas vivem 80, 90 anos. O progresso é impressionante.
O Atlas Brasil 2013, na avaliação geral dos 5.565 muni-
cípios do país, mostra que, entre 1991 e 2010, o tempo
médio de expectativa de vida do brasileiro subiu nove anos,
passando de 65 para 74 anos. São resultados espetaculares. 13
As pessoas tendem a atribuir esses resultados aos pro-
dutos que vemos na publicidade, belos hospitais e novos
medicamentos. “Tomou Doril, a dor sumiu” e semelhantes.
Na realidade, o imenso avanço da humanidade em termos
de esperança de vida se deve essencialmente à vacina, ao sa-
bão, ao acesso à água tratada e ao saneamento básico. Mais
recentemente no Brasil, a redução da fome com os diversos
programas governamentais também operou milagres, o que
explica em grande parte os nove anos de vida que ganhamos.
Portanto, ainda que grande parte de mídia se preo-
cupe com o tratamento da doença, os grandes ganhos de
produtividade e de dias saudáveis se devem à saúde pre-
ventiva, ou seja, ao conjunto das medidas – muitas delas
fora do que consideramos normalmente setor de saúde –
que evitam que surjam as doenças. Prevenir é incompara-
velmente mais produtivo do que remediar.
A tensão gerada aqui, entre o conceito de serviços de
saúde e o conceito de indústria da doença, é evidente. O
sistema privado não tem interesse no sistema de prevenção
por duas razões: primeiro, porque são ações universalizadas
(como vacinas, água e saneamento etc.) que envolvem mui-
ta gente sem dinheiro para pagar e grandes esforços organi-
zacionais que resultam da capilaridade das ações universais.
A vacina tem de chegar a cada criança do país. Segundo,
porque, ao se reduzirem os problemas de saúde, reduz-se o
número de clientes. E o setor privado vive de clientes. Está
interessado em poucos que possam pagar bem. Necessida-
de e capacidade de pagamento são duas coisas diferentes.
A concentração dos recursos da saúde privada no sistema
curativo hospitalar e nas doenças degenerativas dos idosos é
um resultado direto dessa deformação.
No caso brasileiro, naturalmente, a característica bá-
sica é a desigualdade, o que faz com que se tenham gerado
dois universos de serviços de saúde: o público para a massa
de pobres e o privado para os ricos e a classe média. Na
medida em que o setor privado da saúde, com fins muito
lucrativos, tenta expandir o universo de cobertura paga, os
esforços de se generalizar o acesso a bons serviços públi-
cos e gratuitos de saúde passam a ser atacados. O fato de
a direita americana no congresso quase ter paralisado os
Estados Unidos na guerra contra a universalização desses
serviços dá uma ideia dos interesses envolvidos.
Na realidade, nos Estados Unidos a saúde representa
praticamente 20% do PIB, enquanto a indústria emprega
menos de 10% da mão de obra do país. O fato de esse se-
tor da saúde se agigantar, tornando-se o setor econômico
mais importante, ajuda a entender as articulações perver-
sas que são gerados. Os Estados Unidos gastam cerca de
US$ 7.500,00 por pessoa por ano em serviços de saúde,
e o Canadá quase exatamente a metade. No entanto, o
nível de saúde no Canadá, onde os serviços são públicos,
universais e gratuitos, é incomparavelmente superior. O
sistema americano, baseado no privado e no curativo, faz o
cidadão procurar os serviços quando o mal já aconteceu. E
os procura raramente, pois são caros. O resultado é muito
dinheiro e pouca saúde. Nas pesquisas de produtividade
dos gastos em saúde em países desenvolvidos, os Estados
Unidos aparecem em último lugar. 14
A base do raciocínio – usando de preferência o cérebro
e não o fígado, de onde os argumentos já vêm verdes e amar-
gos – é que saúde não é um produto como um chinelo, que
se produz em massa na China ou na Indonésia e se despacha
por contêiner. Uma sociedade saudável trabalha um con-
junto de frentes que incluem desde cuidados da primeira
infância até o ambiente escolar, as condições de habitação e
urbanismo, a qualidade de vida no trabalho, o controle de
agrotóxicos e semelhantes. A vida saudável resulta de um
conjunto complexo de fatores, todos densamente ligados
com a qualidade de vida em geral. Não é um produto pa-
dronizado que sai de uma máquina e resolve. Envolve, na
realidade, uma forma de organização social.
Quando pensamos em saúde, tendemos a pensar na
farmácia e no hospital, porque nos acostumamos a pensar
nela apenas quando a perdemos. E não há dúvida de que há
uma indústria da doença pronta para reforçar essa visão em
cada publicidade de um plano privado de saúde, de remé-
dios milagrosos e semelhantes. Mas, no básico, é importante
pensar que as políticas de saúde se agigantaram muito re-
centemente e constatar as diferentes formas de organização:
desde o out-of-pocket (saúde curativa paga no serviço pres-
tado) dos Estados Unidos até a medicina pública social e
universal da Inglaterra, do Canadá, dos países nórdicos e de
Cuba. No Brasil temos a convivência caótica do SUS com
os gigantes financeiros que controlam os seguros e planos de
saúde, passando por organizações sociais e sistemas coope-
rativos diversos.
É importante a visão de conjunto: temos um grande
acúmulo de experiência de gestão empresarial nos setores
produtivos tradicionais, como de automóveis, e também
na área de administração pública tradicional. Mas, no
desafio de assegurar um bom nível de saúde, que resulta
da convergência de numerosos atores, inclusive dos mo-
vimentos sociais, ainda estamos à procura de paradigmas
adequados de gestão. Os rumos mais significativos, o que
funciona efetivamente em diversos países que atingiram
excelência, apontam para sistemas dominantemente pre-
ventivos, com acesso universal e gratuito, baseados em
gestão pública mas fortemente descentralizados, com forte
capacidade de participação e controle por organizações da
sociedade civil.
Há uma dimensão ética aqui: a de que nenhum ser hu-
mano deve padecer e sofrer quando há formas simples de
resolver o problema. A indiferença é vergonhosa e injustifi-
cável. Em termos sociais e políticos, não há dúvida de que
uma das melhores formas de democratizar uma sociedade é
assegurar que todos tenham acesso à saúde, tanto preventi-
va como curativa, independentemente do nível de renda. É
uma forma essencial de redistribuição indireta de renda e de
se generalizar o bem-estar.
A falta de acesso a serviços básicos de qualidade, por
outro lado, gera um sistema quase de chantagem: as famílias
se sangram para pagar um plano privado de saúde, gastando
muito mais do que o custo dos serviços prestados, simples-
mente por insegurança, pela possível tragédia de um aciden-
te ou doença grave. Acabamos contratando um plano, e pa-
gando caro para ter um certo sentimento de tranquilidade, e
não pelos serviços de saúde efetivamente prestados. Quanto
mais inseguros, mais pagamos. A indústria da doença preci-
sa ser fortemente controlada, e um dos melhores caminhos
é a sistemática elevação da qualidade e acessibilidade dos
serviços públicos universais de saúde. 15
14. Avaliação de 2007 mostrou os Estados Unidos em último lugar entre países desenvolvidos
em eficiência de saúde: gastaram US$ 7.290,00 por pessoa. Em primeiro lugar ficou a Holanda,
apesar de gastar apenas US$ 3.837,00 (New Scientist, 26 jun.2010). Saúde privada, essencialmente
curativa e elitista, constitui um desperdício. O que não impede que os EUA sejam um destino
lógico para uma intervenção cirúrgica de ponta paga a preço de ouro.
Dowbor. O pão nosso de cada dia.
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
novo higienismo prescritivo
"o jornalismo científico acrítico está envolvido nisso"
"eu acho que há um vetor negativo na construção da consciência da saúde. há um olhar para a sofisticação. que constrói uma hegemonia"
José Gomes Temporão
Ceensp: Riscofobia, Determinantes Sociais e a Relação Indústria/Estado/Consumo: ampliando o cenário diante das doenças crônicas não transmissíveis - debate
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Riscofobia, Determinantes Sociais e a Relação Indústria
Ceensp: Riscofobia, Determinantes Sociais e a Relação Indústria - José Gomes Temporão
https://www.youtube.com/watch?v=8N4eRjF2Q4E
Áudio da palestra sobre Riscofobia, Determinantes Sociais e a Relação Indústria/Estado/Consumo: ampliando o cenário diante das doenças crônicas não transmissíveis, proferida por José Gomes Temporão, diretor executivo do Isags e ex-ministro da Saúde, durante a sessão científica do Ceensp - Centro de Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, a mesa foi coordenada por Vera Luiza da Costa e Silva, pesquisadora visitante do Demqs/ENSP e foi realizada no auditório do Salão Internacional da Escola no dia 17 de maio de 2012. Explicou o modelo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, no qual se encontram a indústria produtora de bens (farmacêutica e indústria de equipamentos médico e insumos) e a indústria prestadora de serviço (hospitais, ambulatórios e serviços de diagnóstico e tratamento), além de abordar o papel da mídia-marketing sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde e o saber médico. As transições da saúde também foram apontadas por ele como de extrema importância. Dentre elas, as transições demográfica, epidemiológica, alimentar, econômica, tecnológica e cultural, sendo as duas últimas fundamentalmente impactantes na formação médica. Esse áudio consta do acervo da Biblioteca Multimídia da ENSP. (http://www5.ensp.fiocruz.br/bibliotec...) Confira o powerpoint da apresentação em: (http://www5.ensp.fiocruz.br/bibliotec...)
Biblioteca multimídia Fiocruz: termo riscofobia
http://www5.ensp.fiocruz.br/biblioteca/home/processabusca.cfm?act=1
4 resultados encontrados:
- Ceensp: Riscofobia,
Determinantes Sociais e a Relação Indústria/Estado/Consumo: ampliando o
cenário diante das doenças crônicas não transmissíveis - debate
Debate realizado com os palestrantes: Vera Luiza da Costa e Silva, pesquisadora visitante do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da ENSP(Demqs/ENSP), José Gomes Temporão, diretor executivo do Isags e ex-ministro da Saúde, Luiz David Castiel, pesquisador do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da ENSP(Demqs/ENSP) e o público presente a sessão científica do Ceensp - Centro de Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, a mesa foi coordenada por Vera Luiza da Costa e Silva, pesquisadora visitante do Demqs/ENSP e foi realizado no auditório do Salão Internacional da Escola no dia 17 de maio de 2012. - Ceensp: Riscofobia,
Determinantes Sociais e a Relação Indústria/Estado/Consumo: ampliando o
cenário diante das doenças crônicas não transmissíveis - José Gomes
Temporão
Palestra proferida por José Gomes Temporão, diretor executivo do Isags e ex-ministro da Saúde, durante a sessão científica do Ceensp - Centro de Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, a mesa foi coordenada por Vera Luiza da Costa e Silva, pesquisadora visitante do Demqs/ENSP e foi realizada no auditório do Salão Internacional da Escola no dia 17 de maio de 2012. - Ceensp: Riscofobia,
Determinantes Sociais e a Relação Indústria/Estado/Consumo: ampliando o
cenário diante das doenças crônicas não transmissíveis - Luiz David
Castiel
Palestra proferida por Luiz David Castiel, pesquisador do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da ENSP(Demqs/ENSP), durante a sessão científica do Ceensp - Centro de Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, realizado no auditório do Salão Internacional da Escola no dia 17 de maio de 2012. - Ceensp: Riscofobia,
Determinantes Sociais e a Relação Indústria/Estado/Consumo: ampliando o
cenário diante das doenças crônicas não transmissíveis - Vera Luiza da
Costa e Silva
Palestra proferida por Vera Luiza da Costa e Silva, pesquisadora visitante do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da ENSP(Demqs/ENSP), durante a sessão científica do Ceensp - Centro de Estudos da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, realizada no auditório do Salão Internacional da Escola no dia 17 de maio de 2012.
Riscofobia gera mais ansiedade que prevenção, diz especialista
Riscofobia gera mais ansiedade que prevenção, diz especialista
DE SÃO PAULO
terça-feira, 25 de julho de 2017
citação ABC do charlatão
"a vida é perigosa"
quarta-feira, 19 de julho de 2017
segunda-feira, 17 de julho de 2017
conferencia de alma ata
https://pt.wikipedia.org/wiki/Declara%C3%A7%C3%A3o_de_Alma-Ata
A Declaração de Alma-Ata foi formulada por ocasião da Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, reunida em Alma-Ata, na República do Cazaquistão (ex-república socialista soviética), entre 6 e 12 de setembro de 1978, dirigindo-se a todos os governos, na busca da promoção de saúde a todos os povos do mundo.
