Psiquiatria crítica

Limitações da psiquiatria biomédica Controvérsias entre psiquiatras conservadores e reforma psiquiátrica Psiquiatria não comercial e íntegra Suporte para desmame de drogas psiquiátricas Concepções psicossociais Gerenciamento de benefícios/riscos dos psicoativos Acessibilidade para Deficiência psicossocial Psiquiatria com senso crítico Temas em Saúde Mental Prevenção quaternária Consumo informado Decisão compartilhada Autonomia "Movimento" de ex-usuários Alta psiquiátrica Justiça epistêmica

Menu

  • Página inicial
  • Apresentação
  • Aviso!
  • Vídeos
  • Doações
  • Contato

Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)

Essa avalanche de informações e conhecimento relacionada à saúde e despejada todos os dias sobre os indivíduos sem a menor cerimônia varia muito em termos de objetividade e credibilidade. Porém, é preciso admitir que ela consegue atrair cada vez mais a atenção pública para assuntos de saúde - e muda o relacionamento tradicional entre médicos e pacientes, encorajando os últimos a exercer uma atitude mais participativa na relação. Ironicamente, enquanto os pacientes conquistam mais acesso às informações sobre saúde, os médicos têm cada vez menos tempo para estudar as últimas descobertas científicas ou para ler publicações da área - on-line ou não -, e mesmo para se comunicar adequadamente com especialistas de áreas relevantes e/ou com os próprios pacientes. Além disso, enquanto os médicos precisam dominar conhecimentos sobre as diferentes condições de saúde de um grande número de pacientes cujos rostos eles mal conseguem lembrar, um paciente instruído, com acesso à internet, pode, na verdade, ter lido uma pesquisa mais recente do que o médico sobre sua doença específica. Os pacientes chegam ao consultório com paginas impressas contendo o material que pesquisaram na internet, fotocópias de artigos da Physician's Desk Reference, ou recorte de outras revistas e anuários médicos. Eles fazem perguntas e não ficam mais reverenciando a figura do médico, com seu imaculado avental branco. Aqui as mudanças no relacionamento com os fundamentos profundos do tempo e conhecimento alteraram completamente a realidade médica. Livro: Riqueza Revolucionária - O significado da riqueza no futuro

Aviso!

Aviso! A maioria das drogas psiquiátricas pode causar reações de abstinência, incluindo reações emocionais e físicas com risco de vida. Portanto, não é apenas perigoso iniciar drogas psiquiátricas, também pode ser perigoso pará-las. Retirada de drogas psiquiátricas deve ser feita cuidadosamente sob supervisão clínica experiente. [Se possível] Os métodos para retirar-se com segurança das drogas psiquiátricas são discutidos no livro do Dr. Breggin: A abstinência de drogas psiquiátricas: um guia para prescritores, terapeutas, pacientes e suas famílias. Observação: Esse site pode aumentar bastante as chances do seu psiquiatra biológico piorar o seu prognóstico, sua família recorrer a internação psiquiátrica e serem prescritas injeções de depósito (duração maior). É mais indicado descontinuar drogas psicoativas com apoio da família e psiquiatra biológico ou pelo menos consentir a ingestão de cápsulas para não aumentar o custo do tratamento desnecessariamente. Observação 2: Esse blogue pode alimentar esperanças de que os familiares ou psiquiatras biológicos podem mudar e começar a ouvir os pacientes e se relacionarem de igual para igual e racionalmente. A mudança de familiares e psiquiatras biológicos é uma tarefa ingrata e provavelmente impossível. https://breggin.com/the-reform-work-of-peter-gotzsche-md/
Mostrando postagens com marcador ciências sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ciências sociais. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de março de 2026

A base cultural do tratamento usual em SM

O tratamento usual em saúde mental é constituído, para fins dessa análise, de componentes culturais e técnicos. A discussão técnica  não é resolvida cientificamente apenas, uma vez que há preferências políticas e divergência entre posicionamentos conflitantes e tais fatores levam a um impasse estável a respeito de tratamentos em saúde mental. Já o componente cultural é a base de conceitos, sentimentos e comportamentos distribuídos na cultura como uma compreensão pública e interpretação cultural das questões de saúde mental, comportamento, cérebro e sociedade. Essa base cultural do tratamento usual tem uma qualidade conceitual discutível e possivelmente frágil a partir de uma perspectiva de rigor metodológico de exame conceitual e de práticas de saúde. No entanto, a base cultural do tratamento é bastante arraigada na cultura e na mentalidade social. O fato da base cultural estar arraigada é caracterizado de acordo com condicionantes políticos e socioculturais como uma necessidade natural por um grupo e como práticas historicamente constituídas, logo contingentes, por outro grupo.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 3/22/2026 01:50:00 PM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciências sociais, cultura, economia, história, Medicalização, Modelo Asilar, Modelo biomédico, neurociência, Reforma psiquiátrica, saúde mental, sistema de saúde mental

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Heteronomia e adaptação social

A heteronomia é uma estratégia de adaptação social que funciona em muitas situações. Pelo menos para seguir o modo de funcionamento social sem atritos. Uma vez que a heteronomia não resolva os desafios, a autonomia exige habilidades de entendimento em grau difícil de efeitos eficazes, implicando em riscos decisórios. Por isso, a autonomia geralmente é restringida ou vista como um problema.

Histórico da discussão:

1) Immanuel Kant: O Que é o Esclarecimento?

https://ppgfil.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/Processo%20Seletivo/2019.2/KANT,%20Immanuel.%20Que%20%C3%A9%20Esclarecimento.pdf

2) Declarações de Thomas Szasz sobre autonomia.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 2/10/2026 07:48:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: acordo social, adesão ao tratamento, Ajuste social, antipsiquiatria, autonomia, ciências sociais, crise, cultura, Filosofia, Loucura, Medicalização, normalidade, normopatia, Psiquiatria, Reforma psiquiátrica, szasz

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Pós-modernidade, tradição e medicalização

https://eduardopopinhakfranco.substack.com/p/pos-modernidade-tradicao-e-medicalizacao


Trabalho feito em 2013 durante a graduação em psicologia na Universidade Federal de Santa Catarina.

Objetivo: refletir criticamente sobre a adequação de posturas oficialistas, normativas e ortodoxas a respeito de conhecimento, profissão e sociedade como defesa do tradicionalismo e da tradição os quais pressupõem conceitos implícitos da perspectiva histórica moderna. O tradicionalismo e a tradição funcionam como regimes de verdade que legitimam posicionamentos de medicalização e imposição de práticas socioculturais.

A constituição da identidade do sujeito e das subjetividades na pós-modernidade

Para Moreira, Romagnoli & Neves (2007 apud Araújo) a psicologia precisa entender o contexto social e histórico em que o indivíduo se insere para que o psicólogo dê conta das características de seu tempo e da vida cotidiana a qual é o contexto em que os indivíduos sofrem e constroem sua identidade e suas vidas: “o contexto social passou a adentrar os consultórios de forma a convocar os psicólogos a saírem dele, ou seja, para responder às novas formas de subjetivação e de adoecimento psíquico, o psicólogo deveria compreender a realidade local. A Psicologia “tradicional” é “obrigada” a se redesenhar, tornando-se mais crítica e engajada socialmente”.

Segundo Pereira (2013): “A chamada crise de identidade pode ser compreendida num processo mais amplo de deslocamento e mesmo de fragmentação do indivíduo moderno. Os quadros de referência que davam ao indivíduo uma certa sensação de pertinência em um universo centrado, de alguma forma, entram em crise, e passam a se constituir em algo descentrado e fragmentado.”

Conforme Pereira (2013): “A nova concepção do sujeito se caracteriza pelo provisório, variável e problemático, alguém como não tendo uma identidade fixa, essencial ou permanente. É uma fantasia, afirma Hall (2003, p.13), considerar a identidade plenamente unificada, completa, segura e coerente.”

Segundo alguns autores a pós-modernidade se caracteriza por instantaneidade, velocidade de informações, liquidez assim como perda da historicidade e falta de profundidade (Bauman 2005 e Jameson,2002 apud Machado e Olekszechen,2013)

De acordo com Machado e Olekszechen (2013): “É de extrema complexidade o entendimento de um contexto que se altera a todo instante, que não é estático e, sendo assim, a experiência de viver e de se relacionar com o outro e com o mundo se apresenta como um desafio constante”.

Para Machado e Olekszechen (2013), a identidade pessoal foi substituída por uma identidade múltipla que se dá por múltiplas identificações e por isso o sujeito se tornou fragmentado e superficial.

Segundo GIDDENS (2002 apud Mocellim) na modernidade a constituição do sujeito é um projeto reflexivo de responsabilidade do indivíduo, cabe ao indivíduo fazer suas escolhas sobre quem deseja tornar-se, o que se identifica e sua inserção em ideologias e grupos sociais. Outra característica do sujeito é construir sua identidade elaborando o passado e vislumbrando um futuro para si. A construção da identidade depende de uma narrativa sobre si a partir da história de vida do sujeito e sua socialização prévia.

Segundo GIDDENS (2002 apud Mocellim) o sujeito se vê deparado com a necessidade de escolher um projeto de vida ou estilo de vida: “(...) nas condições da alta modernidade, não só seguimos estilos de vida, mas num importante sentido somos obrigados a faze-lo – não temos escolha senão escolher. Um estilo de vida pode ser definido como um conjunto mais ou menos integrado de práticas que um indivíduo abraça, não só porque essas práticas preenchem necessidades utilitárias, mas porque forma material a uma narrativa particular da auto-identidade.”

Segundo Giddens (2002 apud Mocellim), os tempos pós-modernos no ocidente não oferecem autoridades definitivas ou quadros de referências estáveis e indubitáveis, as tradições já não são fonte principal de autoridade, as grandes metanarrativas cederam lugar às fragmentações e à multiplicidade. Portanto, nos dias de hoje há um pluralismo de autoridades, oferecendo à dispor do indivíduo diversas escolhas opostas e incompatíveis entre si, tornando a constituição de si e da própria vida um processo mais complexo, incerto, inseguro e múltiplo.

Segundo Araújo o referencial do sujeito e a constituição de sua identidade não é mais a realidade, mas o seu discurso, a sua imagem, a sua virtualidade. Na época atual o psicólogo deve atender às necessidades de sujeitos hiperindividualistas e pragmáticos que usam o consumo como compensação de sua angústia existencial e seu vazio sobre o presente e o futuro.

De acordo com Debord (2006 apud Araújo) na sociedade do espetáculo, a exibição é a razão da existência dos homens. Por conseguinte, para Birman (2003 apud Araújo) atualmente o autocentramento é grande por parte de indivíduos que recorrem à estetização da existência, exaltando o próprio eu e manifestando a hegemonia da aparência e da imagem.

Nos tempos atuais a construção de si, por ser responsabilidade do sujeito, é algo que demanda escolhas pessoais sobre estilos de vida, ideologias, profissões, temáticas como sexualidade e relacionamentos, religiões, gostos, opiniões. Assim sendo, num mundo onde as referências externas e autoridades para a subjetivação não estão dadas e definidas universalmente nem de forma unânime o sujeito pós-modernos depara-se diante de uma série de escolhas sobre quem deseja ser e seus projetos de futuro. Como as incertezas, dúvidas, multiplicidade, fragmentações são evidentes a angústia existencial passa a se exacerbar pois não existem papéis pré-definidos e um mundo rigidamente definido para se inserir.

O sujeito deve inventar a si mesmo e seus modos de existência, sendo um artista de si mesmo, construindo sua individualidade, seu estilo de vida, seus projetos de vida. Mesmo compreender como são ou devem ser as coisas é questão de muita reflexão, opções pessoais e negociações pois vivemos em tempos de pluralidade e maior liberdade de escolha.

Essa responsabilização para construir a própria vida e a si mesmo faz com que as pessoas se sintam sem referências, perdidas no mundo e aos poucos elas devem descobrir suas preferências pessoais ou descobrir que existem muitas diferenças entre grupos e maneiras de pensar e viver e que por isso esse pode avaliar, comparar, refletir, percebendo que uma verdade final e pré-estabelecida não está dada. A verdade passa a ser mesmo questão de gosto ou preferência como indica um dizer presente entre os jovens afirmando entre si que esses não ditam as regras e cada um pensa do jeito que quiser.

Uma das prerrogativas do projeto moderno de racionalização do mundo, do homem e da sociedade é facilitar a vida das pessoas e controlar a natureza para construir a felicidade no planeta terra. A pós-modernidade ou modernidade tardia enfrenta essa crise no projeto moderno em que o ser humano não conseguiu dar conta dos problemas e sofrimentos na condição humana, da eliminação das dores e melhora indefinida nas condições sociais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PEREIRA, Helder Rodrigues. A crise da identidade na cultura pós-moderna. Mental, Barbacena, v. 2, n. 2, jun. 2004 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-44272004000100007&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 15 jun. 2013.

ARAÚJO, Renata Castelo Branco. O sofrimento psíquico na pós-modernidade: uma discussão dos sintomas atuais na clínica psicológica. Monografia. O portal dos psicólogos. Disponível em: <http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/TL0311.pdf> Acesso em: 19 jun 2013.

MACHADO, Letícia Vier; OLEKSZECHEN, Nikolas. Uma discussão sobre a constituição da identidade na pós-modernidade. Disponível em: <http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=uma%20discuss%C3%A3o%20sobre%20a%20constitui%C3%A7%C3%A3o%20da%20identidade%20%20na%20p%C3%B3s-modernidade&source=web&cd=1&ved=0CCoQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.cesumar.br%2Fcurtas%2Fpsicologia2008%2Ftrabalhos%2FUMA_DISCUSSAO_SOBRE_A_CONSTITUICAO_DA_IDENTIDADE_NA_POS-MODERNIDADE.pdf&ei=vSbCUa-RL8LD4AOkxoH4BA&usg=AFQjCNELEgEsys45lKZkrkNNwtaKwkeF7A&cad=rja>. Acesso em: 19 jun 2013.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 2/01/2026 10:22:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: Ajuste social, ciências sociais, construção social, controle social, etnocentrismo, Filosofia, história, manicômio, Medicalização, política, Reforma psiquiátrica

sábado, 10 de janeiro de 2026

Fazer pesquisa por olhar disciplinado

O processo de fazer pesquisa, principalmente em questões de campos com múltiplas contribuições de perspectivas teóricas, não necessariamente precisa acontecer por definição de uma metodologia de definição de procedimento típico. Esse tipo de procedimento é eficaz na obtenção de confiabilidade e validade. No entanto, o núcleo do processo de fazer pesquisa é o conceito de identificação de determinantes e não o conceito de método. Com isso, a pesquisa poderia ocorrer, por exemplo, por preparação de um olhar disciplinado através do aprofundamento em um domínio de conceitos e fenômenos e o relacionamento sistemático com tais conceitos e fenômenos que induziriam a discriminação e generalização a respeito de identificação de determinantes e formação de conceitos correspondentes a tais determinantes. Logo, a definição de método seria a programação de condições de interação sistemática com um domínio empírico. Por isso, através de um olhar disciplinado e a interação sistemática com um domínio empírico é possível que pessoas imersas em problemas sociais sistêmicos possam contribuir com o conhecimento mesmo sem inserção dos resultados em ambientes acadêmicos.

  

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/10/2026 10:39:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: antropologia, aprendizagem, ciências sociais, Filosofia, Medicalização, Reforma psiquiátrica, saúde mental, sistema de saúde mental, usuários

domingo, 30 de novembro de 2025

Definição de mentalismo por extensão

Uma possibilidade de definição por extensão análoga a definição de mentalismo obtida por exame conceitual de relações empíricas com o mundo implica em descrever conceitos e processos sociais, modelos científicos e práticas correspondentes que tem como princípio pragmático de funcionamento a negação de relações com o mundo, isto é, o domínio empírico do conceito de comportamento operante.


Postado por Eduardo Popinhak Franco às 11/30/2025 12:52:00 PM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: análise do comportamento, antropologia, behaviorismo radical, ciências sociais, Direitos, Filosofia, Reforma psiquiátrica

quinta-feira, 29 de maio de 2025

Admirável Mundo Novo, tecnologias polêmicas e as difundidas

Linhares & da Cunha (2023), Neurath's Utopianism Revisited

Exemplo de argumento relevante para a compreensão do significado da crítica e da defesa do uso de tecnologias decorrentes de aprendizagem operante e psicofarmacologia. Aplicável também a outras formas de conhecimento e intervenções menos polêmicas, bastante difundidas e menos problematizadas. As realidades de cada contexto de uso de conhecimento são observáveis e descritíveis.

Exemplo. Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley

T: certos princípios tecnológicos, como a engenharia genética, o condicionamento psicológico, a organização da sociedade em castas, ..., são desejáveis

C: o cenário descrito por Huxley em Admirável Mundo Novo

W: se as técnicas científicas são desejáveis no planejamento social, então a sociedade do Admirável Mundo Novo seria desejável

Não W: No entanto, a narrativa de Huxley nos leva a concluir que não é bem assim, Admirável Mundo Novo é uma distopia

 Linsbichler & da Cunha (2023), Neurath's Utopianism Revisited

Há uma contradição entre as consequências utópicas W e as distópicas não W.

Diante de uma inconsistência, temos que fazer alguma coisa...

Geralmente, os proponentes de um experimento mental sugerem que rejeitemos a concepção de fundo T (o uso das tecnologias)

Mas também podemos afirmar

que C não é possível

que C é uma exceção irrelevante que não implica na consequência no mundo especificada W

que as vantagens de C compensam as desvantagens

Referência:

"Neurath's Utopianism between Science and Activism", Ivan Ferreira da Cunha.
https://www.youtube.com/watch?v=CD8J2dsWwPc
Postado por Eduardo Popinhak Franco às 5/29/2025 02:46:00 PM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciências sociais, Filosofia, Reforma psiquiátrica

quarta-feira, 21 de maio de 2025

Análises metafísicas: saúde mental e comportamentalismo

O ideal científico comportamentalista no tratamento de conceitos é semelhante com o contextualismo de conceitos citado abaixo com forte dependência material realizado através de operacionalização de experimental de conceitos. É um programa científico louvável. No entanto, o diálogo integrativo com o campo de saúde mental e sociedade que busquei fazer segue o caminho de contato imersivo e longitudinal com o ambiente da saúde mental, e com as diferentes formas de conhecimento acadêmico. Isso é uma flexibilização da forte dependência material experimental dos conceitos no comportamentalismo. O quanto isso é levado a sério e considerado um bom método de conhecimento é discutível. O esclarecimento disso não é necessariamente uma recomendação. É antes uma forma de tornar legítimo no sentido de não absurdo.

O exame crítico do conceito de tipos naturais feito no vídeo referenciado abaixo é útil para a discussão de saúde mental. A crítica ao forte compromisso ontológico do essencialismo (como os diagnósticos psiquiátricos) com limites claros de pertencimento e não pertencimento de indivíduos a uma classificação é um dos pontos interessantes. A possibilidade de desconstrução de tipos naturais na sociedade uma vez que os determinantes contingenciais dessas categorias de pensamento são revertidas contrafactualmente é outra reflexão interessante suscitada.

"VAGUEZA E A DEPENDÊNCIA NO CONVENCIONALISMO

Podemos constatar que a afinidade do convencionalismo às teses contextualistas da linguagem introduz a vagueza como um fator que determina características dos tipos produzidos.

Dependência material: Referente às condições materiais muito específicas produzidas pela prática científica. Quão controlado deve ser o meio para ser caracterizado como científico?

Dependência causal: É a crença compartilhada que traz à existência os tipos. Aspecto interativo que envolve graus, permitindo formulação de vagueza de propriedades ôntica e semântica."

WORKSHOP UFRJ - UNICAMP | METAFÍSICA ANALÍTICA
https://www.youtube.com/watch?v=vzI2zCin0ak
Postado por Eduardo Popinhak Franco às 5/21/2025 08:20:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: análise do comportamento, antropologia, behaviorismo radical, ciências sociais, diagnóstico, DSM, estigma, Loucura, Medicalização, Psiquiatria, Reforma psiquiátrica, saúde mental, sobrediagnóstico

segunda-feira, 12 de maio de 2025

Materialismo médico e sistemas simbólicos

Em Pureza e Perigo, Mary Douglas afirma que tanto as regras culturais não são bem explicadas por materialismo médico como as regras que entendemos como oriundas somente do materialismo médico são melhor compreendidas pela totalidade dos sistemas de classificação da cultura. Interessante para pensar regras, princípios e práticas na área de saúde mental como sistemas simbólicos integrados. O quanto de nossas regras de saúde são formas de controlar percepções oriundas dos sistemas simbólicos (classes de comportamento)?

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 5/12/2025 03:58:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: antropologia, ciências sociais, Medicalização, psicologia, Psiquiatria, saúde mental, sistema de saúde mental

sábado, 26 de abril de 2025

Validade científica, formação e realidades

Para as pessoas que acreditam que seguir uma metodologia científica é suficiente para produzir conhecimento de qualidade: o conhecimento profundo de realidades, a formação ampla, diversificada e completa é capaz de fazer com que se tenha um distanciamento crítico de conhecimento e metodologia científicos que se concebem como o ápice da ciência. Uma formação científica com qualidade e rigor contribui para explicar esse distanciamento crítico adquirido.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 4/26/2025 01:09:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciência cidadã, ciências sociais, crise da ciência

sexta-feira, 21 de março de 2025

Dedução de fatos na clínica psiquiátrica

Na clínica psiquiátrica é comum que psiquiatras façam deduções de fatos a partir de seus conceitos com escuta e observação limitadas, sendo um procedimento incoerente com o discurso de área de conhecimento baseada em fatos científicos inegáveis e conhecimento inquestionável. O conceito em filosofia da ciência de impregnação teórica da "observação" no conhecimento científico é coerente com os acontecimentos cotidianos comuns de pensamento conceitual manicomial e biológico aplicado a pessoas que notam que suas experiências foram deslegitimadas e desconsideradas.


Postado por Eduardo Popinhak Franco às 3/21/2025 08:23:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciências sociais, Filosofia, Medicalização, Modelo Asilar, Modelo biomédico, neurociência, psicofarmacologia, Psiquiatria, Reforma psiquiátrica

sexta-feira, 7 de março de 2025

O conformismo e a necessidade de alternativas

Um dos estágios do conformismo é defender que o comum e habitual está correto pela facilidade ou pela implicação de ausência de conhecimento e habilidades. Em um segundo estágio há o contato com demonstrações de que há opções superiores ao comum e habitual e nessa ocasião ocorre a defesa do erro por ser comum e habitual. O conformismo transmite a imagem de que não há responsabilidade na defesa do comum e habitual e que destoar implica em maior responsabilidade. Possivelmente por esses motivos há o medo de destoar do comum e habitual.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 3/07/2025 02:24:00 PM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: adesão ao tratamento, antropologia, ciências sociais, conformismo, conforto, contracultura, cultura, desmedicalização, família, Medicalização, Modelo Asilar, Modelo biomédico, Reforma psiquiátrica

quinta-feira, 6 de março de 2025

Conhecimento organizacional e livre conhecimento

Para um conhecimento ser utilizado habitualmente pela sociedade é necessário que seja instituído formal e burocraticamente em organizações profissionais e de conhecimento. Alguns tipos de conhecimento não são facilmente organizáveis dessa forma ou não tem meios sociais de serem instituídos em organizações. É comum pensar que esse outro tipo de conhecimento provavelmente tenha uma validade duvidosa. No entanto, é possível que o conhecimento de qualidade exista sem estarem concentrados em organizações pois o conhecimento é a relação aperfeiçoada com o mundo e para a produção de conhecimento basta a formulação com qualidade da noção de determinantes de eventos, fenômenos e processos assim como a argumentação e o procedimento de qualidade. É possível também que a restrição ao perfil do conhecimento produzido em organizações tradicionais centralizadas e burocráticas tornem subaproveitados os potenciais de outras formas de produção de conhecimento em condições sociais diversas. Para que haja profissionalização e mercado, é comum que somente o conhecimento tradicional seja considerado válido. No entanto, o aperfeiçoamento das relações com o mundo é viável uma vez que haja uma formação de qualidade.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 3/06/2025 01:23:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciência cidadã, ciências sociais, cultura, economia, Filosofia, saúde mental

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Economia nos EUA na era hippie

Nos anos 60 e 70 nos Estados Unidos, época do movimento hippie ou desbunde, o retorno em termos de renda para educação formal adicional não tinha um diferencial de resultados. Essa tendência econômica de larga escala poderia ser uma parte da explicação pela qual as pessoas não se interessavam pela educação formal e adotaram tais comportamentos.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 2/11/2025 10:42:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciências sociais, drogas ilegais, economia, história, Loucura

quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

Práticas baseadas em evidências e a tradição

A medicina baseada em evidências e as práticas baseadas em evidências tem desafios sociais maiores do que apenas a condução metodológica de pesquisas de qualidade. Há um certo estranhamento de práticas que fazem afirmações não convencionais e não tradicionais. Uma evidência diferente sobre uma prática de saúde não é aplicável de forma individualista (separada do meio social) pois tem implicações sobre o funcionamento de sistemas sociais de pesquisas, de saúde e outros âmbitos sociais relacionados. Por isso, as práticas baseadas em evidências com qualidade são um nicho com uma seletividade no público-alvo atingido.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/22/2025 07:16:00 PM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciências sociais, medicina baseada em evidências, psicologia baseada em evidências

Manicomialidade (Definição autoral)

Manicomialidade são as circunstâncias sociais prejudiciais, hostis e difíceis de resolver dentro de relações de poder desequilibradas nos diversos âmbitos da sociedade (jurídico, econômico, social, sistema de saúde, etc).

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/22/2025 09:34:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: antropologia, ciências sociais, construção social, manicômio, Modelo Asilar, Modelo biomédico, política, Reforma psiquiátrica

sábado, 11 de janeiro de 2025

Medicalização, neurociência e valores sociais

Muitos acontecimentos e comportamentos que não ocorrem dentro de certos padrões e expectativas geram um sentimento de requisição de explicação.  A requisição de explicação necessita de um modelo explicativo. Os principais modelos explicativos que retiram a perplexidade sobre o comportamento são as neurociências e a psiquiatria. Esses modelos suprem uma expectativa de vincular um modelo conceitual a ações práticas simples e acessíveis que se propõem e se vendem como soluções possíveis embora imperfeitas. Essa vinculação com a prática é um fator motivador importante para sua popularidade e relevância social e econômica. O controle do comportamento e da fisiologia do comportamento através de linguagem pragmática e física, e de intervenções biológicas, promete impacto na resolução de problemas, realização de sonhos e desejos. No entanto, o apelo da ciência que se vende como canônica tem suas características de limitações institucionais e econômicas para produção de ciência e de mercados. Essas áreas tem aspectos sociais, culturais e político-ideológicos que são tomados como realidades dadas e necessárias oriundas da biologia. A análise da constituição da ciência por diversos valores sociais, políticos, cognitivos e econômicos que contribuem para uma rede de compromissos aumenta a clareza sobre possibilidades sociais e de produção científica diferentes.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/11/2025 07:57:00 PM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciências sociais, desmame, desmedicalização, Filosofia, Medicalização, Modelo Asilar, Modelo biomédico, neurociência, psicologia baseada em evidências, Psiquiatria, Reforma psiquiátrica

quinta-feira, 26 de setembro de 2024

Atitude acadêmica: alternativa

A atitude acadêmica da pessoa inserida com sucesso na universidade é ter familiaridade inicial com os temas e objetos de estudo, ter contato limitado com os dados sociais e diferentes perspectivas teóricas alternativas, prezando pelo ambiente formal alheio ao mundo social, construindo conhecimento programático e disciplinar a partir de métodos já estabelecidos como tradicionais, a desvalorização da integração artesanal de conceitos e dados, utilizando-se de uma perspectiva teórica isolada e sem inclusividade e equitatividade de valores sociais e cognitivos alternativos, sem distanciamento crítico da constituição do campo científico como impregnado de valores sociais e econômicos, inserção nas redes sociotécnicas de suporte de forma comprometida com seus interesses, manutenção de discurso padronizado de grupo frente as limitações da própria área e de críticas baseadas em interesse de grupo em relação a áreas concorrentes.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 9/26/2024 08:41:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciência cidadã, ciências sociais, Filosofia, Reforma psiquiátrica

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Borderline/limítrofe e variação cultural/geográfica

A identificação e nomeação de características como "transtorno borderline / limítrofe" a partir do senso comum apesar de parecer um fenômeno natural universal, é interpretação da borda de diferentes culturas com variações em suas regras sobre o correto, a borda entre o aceitável/reprovável e o errado. É possível que, assim como nos países do hemisfério norte há maior identificação de esquizofrenia devido a um limiar cultural para a loucura, o limiar que nomeação de características como pertencendo à borda também tenha variações de contexto geográficos e culturais.
Postado por Eduardo Popinhak Franco às 7/19/2024 11:57:00 PM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: antropologia, borderline, ciências sociais, cultura, estigma, preconceito, Psiquiatria, transtorno de personalidade

terça-feira, 14 de maio de 2024

Transtornos mentais e padrões sociais

Para uma compreensão social das atribuições de transtorno mental como domínio de experiência seria preciso ampla compreensão de valores sociais, expectativas culturais, normas sociais, relações de poder e outros fenômenos sociais. Usos da razão, usos do corpo, valores estéticos, padrões de religiosidade, costumes, normas de higiene, expectativas de gênero, usos linguísticos, senso crítico sobre colonialismo, experiências de privação econômica e seus motivos, e muito mais. Felizmente essas caracterizações difíceis são substituíveis por acessíveis descrições de contingências de reforçamento e suas condições de satisfação ou modificação.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 5/14/2024 12:52:00 PM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciências sociais, cultura, economia, estética, política, Reforma psiquiátrica

terça-feira, 16 de abril de 2024

Ciência e política

CIÊNCIA, UNIVERSIDADE E IDEOLOGA: a política do conhecimento Simon Schwartzman

Um dos supostos mais difundidos no século XIX era o de que, graças à ciência, a humanidade poderia livrar-se da política. A ciência era considera- da o domínio da lógica e da razão, enquanto a política era a órbita da emoção e da paixão. [...] Na realidade, a ciência não eliminou, nem sequer reduziu a presença da política na vida social. Mas eliminou sua base de legitimidade, fazendo-a ser desdenhada como desprezível, irracional e indigna. Afastada a política do caminho, está aberta a via pela qual a ciência e a tecnologia podem transformar-se em tecnocracia. Podemos compreender melhor esse processo se olharmos mais de perto cada um dos meios pelos quais a ciência supostamente faria desaparecer a política.

https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4391891/mod_folder/content/0/EBOOK%20-%20UNIVERSIDADE%20E%20IDEOLOGIA.pdf
Postado por Eduardo Popinhak Franco às 4/16/2024 11:28:00 AM Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores: ciências sociais, Filosofia, política, Reforma psiquiátrica
Postagens mais antigas Página inicial
Ver versão para dispositivos móveis
Assinar: Postagens (Atom)

Postagem em destaque

Série: Hierarquia entre AEC e Modelo Biomédico

Implicações do Modelo biomédico e Análise do Comportamento Resultado de análise em lógica adaptativa LATAr   https://eduardopopinhakfranco.s...

  • Substack: Uma discussão sobre as relações entre a reforma psiquiátrica brasileira e a análise do comportamento
"Embora a situação de opressão em relação ao "paciente psiquiátrico" seja singular, pois ele está amarrado a um sistema teórico e social de rotulação e desqualificação frente à sociedade, essa condição de exclusão no planejamento, nas decisões e nas próprias análises acadêmicas, atinge a maioria dos setores sociais oprimidos". 'Dizem que sou louco': um estudo sobre identidade e instituição psiquiátrica Tânia Maris Grigolo GRIGOLO, T. M. (2000). “Dizem que sou louco” - um estudo sobre identidade e instituição psiquiátrica. Revista de Ciências Humanas (Série Especial Temática). Florianópolis: UFSC.

Fase aguda, fase crônica e recaída (redefinição)

Bloggers pagos e mídia paga

"Também existem mensagens plantadas. A indústria tem exércitos de bloggers remunerados que distribuem material de indústria farmacêutica disfarçado como opinião na Internet, e a maior parte das mais importantes empresas da mídia tem laços com esse ramo. Por exemplo, James Murdoch, filho de Joseph Murdoch, estava na diretoria da ########, e a CEO da Time Inc's, Laura Lang, trabalhou anteriormente na ##### e na ########. Isso ajuda a explicar por que vemos com tanta frequência artigos completamente acríticos na mídia, que são copia-e-cola de comunicados de imprensa da empresa sobre seus medicamentos maravilhosos. Igual à indústria de medicamentos, a mídia é muito poderosa e, quando as duas juntam forças, as inverdades são piores. A indústria também tenta conseguir acesso para fazer mudanças na Wikipedia para garantir que mensagens amigáveis às empresas farmacêuticas apareçam lá também." Livro Medicamentos mortais e crime organizado

Arquivo do blog

  • ▼  2026 (28)
    • ▼  abril (7)
      • O desinteresse médico por causas
      • Capacitismo, eugenia, habitat e arbitrariedade
      • Conceitos, comportamento pragmático e cont. de est...
      • Correlatos de pensamento positivo e negativo
      • Autonomia: organicismo vs aprendizagem
      • Estado neurológico e comportamento
      • Medicalização, padronização e controle
    • ►  março (8)
    • ►  fevereiro (6)
    • ►  janeiro (7)
  • ►  2025 (117)
    • ►  dezembro (6)
    • ►  novembro (10)
    • ►  outubro (8)
    • ►  setembro (6)
    • ►  agosto (8)
    • ►  julho (7)
    • ►  junho (12)
    • ►  maio (16)
    • ►  abril (12)
    • ►  março (13)
    • ►  fevereiro (10)
    • ►  janeiro (9)
  • ►  2024 (102)
    • ►  dezembro (8)
    • ►  novembro (11)
    • ►  outubro (9)
    • ►  setembro (9)
    • ►  agosto (10)
    • ►  julho (5)
    • ►  junho (5)
    • ►  maio (7)
    • ►  abril (15)
    • ►  março (5)
    • ►  fevereiro (10)
    • ►  janeiro (8)
  • ►  2023 (158)
    • ►  dezembro (9)
    • ►  novembro (3)
    • ►  outubro (8)
    • ►  setembro (13)
    • ►  agosto (13)
    • ►  julho (7)
    • ►  junho (17)
    • ►  maio (15)
    • ►  abril (16)
    • ►  março (15)
    • ►  fevereiro (24)
    • ►  janeiro (18)
  • ►  2022 (137)
    • ►  dezembro (10)
    • ►  novembro (24)
    • ►  outubro (10)
    • ►  setembro (7)
    • ►  agosto (11)
    • ►  julho (16)
    • ►  junho (12)
    • ►  maio (7)
    • ►  abril (10)
    • ►  março (4)
    • ►  fevereiro (5)
    • ►  janeiro (21)
  • ►  2021 (221)
    • ►  dezembro (7)
    • ►  novembro (10)
    • ►  outubro (13)
    • ►  setembro (16)
    • ►  agosto (20)
    • ►  julho (16)
    • ►  junho (26)
    • ►  maio (19)
    • ►  abril (20)
    • ►  março (22)
    • ►  fevereiro (29)
    • ►  janeiro (23)
  • ►  2020 (354)
    • ►  dezembro (34)
    • ►  novembro (12)
    • ►  outubro (18)
    • ►  setembro (17)
    • ►  agosto (34)
    • ►  julho (17)
    • ►  junho (20)
    • ►  maio (47)
    • ►  abril (44)
    • ►  março (30)
    • ►  fevereiro (42)
    • ►  janeiro (39)
  • ►  2019 (444)
    • ►  dezembro (50)
    • ►  novembro (44)
    • ►  outubro (40)
    • ►  setembro (31)
    • ►  agosto (63)
    • ►  julho (27)
    • ►  junho (31)
    • ►  maio (46)
    • ►  abril (23)
    • ►  março (27)
    • ►  fevereiro (32)
    • ►  janeiro (30)
  • ►  2018 (378)
    • ►  dezembro (50)
    • ►  novembro (31)
    • ►  outubro (40)
    • ►  setembro (35)
    • ►  agosto (22)
    • ►  julho (17)
    • ►  junho (14)
    • ►  maio (25)
    • ►  abril (40)
    • ►  março (30)
    • ►  fevereiro (27)
    • ►  janeiro (47)
  • ►  2017 (355)
    • ►  dezembro (34)
    • ►  novembro (60)
    • ►  outubro (25)
    • ►  setembro (34)
    • ►  agosto (36)
    • ►  julho (56)
    • ►  junho (21)
    • ►  maio (33)
    • ►  abril (24)
    • ►  março (21)
    • ►  fevereiro (10)
    • ►  janeiro (1)
  • ►  2016 (109)
    • ►  novembro (3)
    • ►  outubro (11)
    • ►  setembro (26)
    • ►  agosto (15)
    • ►  julho (17)
    • ►  junho (10)
    • ►  abril (1)
    • ►  março (9)
    • ►  fevereiro (6)
    • ►  janeiro (11)
  • ►  2015 (71)
    • ►  dezembro (6)
    • ►  novembro (1)
    • ►  outubro (6)
    • ►  setembro (2)
    • ►  agosto (5)
    • ►  junho (7)
    • ►  maio (7)
    • ►  abril (8)
    • ►  março (13)
    • ►  fevereiro (4)
    • ►  janeiro (12)
  • ►  2014 (95)
    • ►  novembro (3)
    • ►  outubro (7)
    • ►  setembro (3)
    • ►  agosto (16)
    • ►  julho (11)
    • ►  junho (26)
    • ►  maio (5)
    • ►  abril (10)
    • ►  março (6)
    • ►  fevereiro (4)
    • ►  janeiro (4)
  • ►  2013 (43)
    • ►  dezembro (3)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (5)
    • ►  setembro (2)
    • ►  agosto (5)
    • ►  julho (12)
    • ►  junho (5)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (3)
    • ►  fevereiro (1)
    • ►  janeiro (4)
  • ►  2012 (6)
    • ►  dezembro (6)

Postagens populares

  • Direitos, responsabilidades, capacidades e o paciente mental
    "Os cínicos conhecem o preço de cada coisa, mas não conhecem o valor de nenhuma" Oscar Wilde "Poucos de nós estão livres de...
  • Exclusão social do doente mental: discursos e representações no contexto da reforma psiquiátrica
    http://www.scielo.br/pdf/pusf/v13n1/v13n1a14.pdf Exclusão social do doente mental: discursos e representações no contexto da reforma ps...
  • Neurolépticos para agressividade: animais e linguagem
    [Achômetro] Obter redução da agressividade em experimentos com administração de neurolépticos em animais tem uma diferença em relação a sere...
  • Pontos luminosos na visão
    http://www.cerebromente.org.br/perguntas/pontos.html De: Renato M.E. Sabbatini (sabbatin@nib.unicamp.br) O que são "fiapinhos...
  • Pesquisadores derrubam estudo de referência sobre replicabilidade em Psicologia
    https://www.comportese.com/2016/03/pesquisadores-derrubam-estudo-de-referencia-sobre-replicabilidade-em-psicologia Pesquisadores derrubam...
  • A redução da coerção e o conceito de controle
    A prática de coerção é facilmente perceptível, causando impressão óbvia, como um controle indesejável. A coerção é a forma mais rudimentar d...
  • Estratégias, expertise e experiências de ouvir vozes: entrevista com Cristina Contini
    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-32832017000401039&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Estratégias, experti...
  • Sintomas leves de parkinson e "antipsicóticos"
    Qualquer semelhança entre os efeitos dos "antipsicóticos" com sintomas leves de parkinson não é coincidência. "A ausência de ...
  • Implicações do Modelo biomédico e Análise do Comportamento
    O modelo médico e a análise experimental do comportamento tem dois resultados finais diferentes em termos de explicação da estabilidade em s...
  • Why incompetent people think they're amazing - David Dunning
    Why incompetent people think they're amazing - David Dunning https://www.youtube.com/watch?v=pOLmD_WVY-E How good are you with money...

Pesquisar este blog

Translate

Posts em Destaque
  • Destaque 1

    Alprazolam pode aumentar crises de pânico

  • Destaque 2

    O mito do desequilíbrio químico (atualizado)

  • Destaque 3

    História crítica dos antipsicóticos

  • Destaque 4

    Kit contra internação involuntária com desmame

  • Destaque 5

    Prevenção e fabricação de loucura

  • Destaque 6

    Sistema psiquiátrico e manutenção do transtorno

  • Destaque 7

    Série de análise conceitual de manual de psiquiatria e neurociências

  • Destaque 8

    Série de lógica e comportamento

  • Destaque 9

    Série Rorschach - Críticas e controvérsias

  • Destaque 10

    Neurolépticos vitalício, discinesia tardia e proteção legal

  • Destaque 11

    Loucos desaparecidos - Análise do discurso

  • Destaque 12

    Banalização e abusos de prescrição de psicofármacos (resumo)

  • Destaque 13

    Invega Sustenna não tem eficácia e segurança superior

  • Destaque 14

    Mito do modelo médico (Análise do comportamento)

  • Links

    • Antidepressant Resource Center
    • Antidepressant risks
    • Antipsychotic Drugs and Tardive Dyskinesia (TD) Resources Center
    • Ask a patient
    • Behaviorism and Mental Health
    • Blog antimanicomial
    • Bulas [claras] de Portugal (INFARMED)
    • Campaign to Support CRPD Absolute Prohibition of Commitment and Forced Treatment
    • Center for the Human Rights of Users and Survivors of Psychiatry
    • Council for Evidence-based Psychiatry
    • Critical Psychiatry
    • Critical Psychiatry
    • Critical Psychology and Social Practice
    • Critical Suicide Studies Network
    • Curso sobre acatisia (inglês)
    • Deadly Medicines
    • Desdourando a Pílula (Indústria farmacêutica e psicofarmacologia)
    • Dr. Peter Breggin’s Antidepressant Drug Resource & Information Center
    • Drug Tapering Calculator
    • Electroshock & Deep Brain Stimulation Resource Center
    • Ensaios clínicos registrados
    • Estimulação Magnética Transcraniana (inglês)
    • Estudos da Normalidade
    • EUROPEAN NETWORK OF (EX)USERS AND SURVIVORS OF PSYCHIATRY
    • FDA Adverse Event Reporting System (FAERS)
    • Institute for Scientific Freedom
    • International Society for Psychological and Social Approaches for Psychosis
    • Joanna Moncrieff
    • Liver Tox Database (Toxicidade ao Fígado)
    • Mad in America
    • Mad in Brasil
    • Mad in the UK
    • Madness Radio
    • Pan African Network of People with Psychosocial Disabilities
    • Psicologia isentona
    • Psiquiatria crítica (domínio correto)
    • Psychiatrist David Healy’s website
    • Psychiatrist Peter Breggin’s website
    • Redesfera Latinoamericana de la Diversidad Psicosocial
    • RxISK (Side effects)
    • Sociedade Internacional para Ética na Psicologia e Psiquiatria - ISEPP
    • SSRI stories (estórias de antidepressivos)
    • Terry Lynch's blog
    • The inner compass
    • The International Institute for Psychiatric Drug Withdrawal (IIPDW)
    • The Renal Drug Handbook (Manual de Medicamentos e Rins)
    • The World Network of Users and Survivors of Psychiatry
    • Tiras de afunilamento
    • Toxic Psychiatry
    • Transforming Communities for Inclusion – Asia Pacific
    • VigiAccess (WHO/OMS)
    • World Tapering Day

    Temas

    • ABP (33)
    • Agências de inteligência (2)
    • Ajuste social (16)
    • Apresentação (7)
    • Basaglia (4)
    • Cochrane (3)
    • Cura (6)
    • Cérebro (22)
    • Determinismo genético (15)
    • Direitos (32)
    • Doença mental (179)
    • ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA (9)
    • Falta de psiquiatras (3)
    • Filosofia (151)
    • Genética e responsabilidade (5)
    • Internação domiciliar (5)
    • Internação psiquiátrica (44)
    • Lacunas da neurociência (15)
    • Loucura (151)
    • Medicalização (330)
    • Modelo Asilar (138)
    • Modelo Psicossocial (30)
    • Modelo biomédico (230)
    • Neuroproteção (4)
    • Novos antipsicóticos (13)
    • Pais e filhos (53)
    • Poder (4)
    • Popper (3)
    • Prevenção de psicose (47)
    • Psicanálise (23)
    • Psicocirurgia (9)
    • Psiquiatria (314)
    • Realismo (6)
    • Rebeldia (1)
    • Recuperação (1)
    • Reforma psiquiátrica (334)
    • SUS (6)
    • Silogismo (3)
    • TDAH (34)
    • Terapia comportamental (6)
    • Tireóide (4)
    • Uso racional medicamentos (24)
    • abstinência (6)
    • acordo social (7)
    • adesão ao tratamento (22)
    • adicção (12)
    • ansiedade (7)
    • ansiolíticos (10)
    • antidepressivos (40)
    • antipsicóticos (84)
    • antipsiquiatria (64)
    • antropologia (113)
    • análise do comportamento (226)
    • análise do discurso (22)
    • aprendizagem (11)
    • argumentar (15)
    • artigos (49)
    • assimetria de informação (4)
    • associação de pacientes (7)
    • autismo (30)
    • autonomia (15)
    • behaviorismo radical (73)
    • biofeedback (3)
    • biopolítica (18)
    • bipolaridade (31)
    • bitchute (1)
    • bom paciente (5)
    • ceticismo (18)
    • citações (46)
    • citações Skinner (36)
    • ciência cidadã (9)
    • ciências sociais (136)
    • conforto (3)
    • consentimento informado (10)
    • construção social (13)
    • contracultura (21)
    • corrupção (17)
    • criminalidade (15)
    • crise (34)
    • crise da ciência (22)
    • crise da psiquiatria (16)
    • cronicidade (17)
    • cuidados excessivos (3)
    • cultura (159)
    • deficiência psicossocial (26)
    • demência (5)
    • dependência química (3)
    • depressão (48)
    • desequilíbrio (2)
    • desequilíbrio químico (18)
    • desmame (66)
    • desmedicalização (108)
    • diagnóstico (46)
    • dietas (10)
    • diretrizes (4)
    • discriminação (1)
    • divulgação científica (4)
    • documentários (29)
    • dopamina (26)
    • drogas comuns (3)
    • drogas ilegais (14)
    • drogas psiquiátricas (40)
    • economia (170)
    • efeitos colaterais (93)
    • eletroconvulsoterapia (19)
    • engenharia social (5)
    • epigenética (5)
    • esquizofrenia (214)
    • estigma (36)
    • etologia (7)
    • evolucionismo (19)
    • ex-usuários (19)
    • exclusividade de mercado (2)
    • expectativas sociais (6)
    • fabricação de doenças (24)
    • farmacogenética (5)
    • farmacologia (10)
    • farmacologia comportamental (9)
    • farmácias (4)
    • faça você mesmo (1)
    • felicidade (3)
    • filmes (15)
    • frases (64)
    • ganhos secundários (2)
    • genes e ambiente (15)
    • genética (32)
    • genética da esquizofrenia (13)
    • hospitais psiquiátricos (26)
    • iatrogenia (6)
    • ideologia (39)
    • imagem cerebral (5)
    • indústria farmacêutica (113)
    • injetáveis de longa duração (27)
    • inspeção de hospitais psiquiátricos (21)
    • inteligência artificial (3)
    • internação involuntária (48)
    • invalidez (9)
    • ironias (11)
    • isolamento (1)
    • judicialização da saúde (3)
    • justiça social (4)
    • kit (1)
    • liberdade (4)
    • link (2)
    • literatura (15)
    • livros (23)
    • lucro (4)
    • lógica (20)
    • maconha (3)
    • manicômio (65)
    • medicina baseada em evidências (31)
    • medicina geral (108)
    • modelo de saúde pública (12)
    • modelo psicológico (6)
    • modelo social da deficiência (66)
    • músicas (13)
    • nazismo (8)
    • netflix (2)
    • neurociência (123)
    • neurologia (11)
    • neurolépticos (115)
    • neurotecnologia (2)
    • normalidade (60)
    • normopatia (21)
    • pacientes (4)
    • poder médico (6)
    • poderosos (3)
    • poesia (23)
    • polifarmácia (4)
    • política (51)
    • preconceito (25)
    • prevenção (19)
    • promoção (1)
    • promoção de saúde (9)
    • psicobiologia (10)
    • psicofarmacologia (111)
    • psicologia (65)
    • psicologia baseada em evidências (35)
    • psicologia cognitiva (54)
    • psicologia crítica (22)
    • psicologia e neurociência popular (12)
    • psicologia positiva (6)
    • psicologia social (2)
    • psicose (150)
    • psicoterapia (43)
    • psiquiatria alternativa (19)
    • psiquiatria crítica (91)
    • psiquiatria e psicanálise (6)
    • psiquiatrização (1)
    • pós-psiquiatria (2)
    • radicalismo (1)
    • rastreamento (2)
    • realidade (18)
    • recovery (4)
    • reducionismo (11)
    • remissão (1)
    • resistência à insulina (2)
    • revistas médicas (4)
    • riscos (41)
    • ritalina (18)
    • saúde geral (25)
    • saúde mental (61)
    • segunda opinião (1)
    • setembro amarelo (4)
    • sindrome neuroléptica maligna (2)
    • sintomas negativos (4)
    • sistema de saúde (14)
    • sistema de saúde mental (22)
    • smart drugs (2)
    • sobrediagnóstico (14)
    • sobreviventes da psiquiatria (5)
    • sono (8)
    • sucesso (4)
    • suicídio (26)
    • szasz (57)
    • síndrome de Münchhausen (7)
    • teatro (1)
    • terapia cognitiva (10)
    • terapia médica (8)
    • terapias corporais (1)
    • testes projetivos (12)
    • testes psicológicos (3)
    • trabalho (11)
    • transtorno factício (12)
    • transtorno mental (173)
    • tratamento involuntário (15)
    • tratamento precoce (1)
    • usuários (37)
    • violência (12)
    • vídeos (59)
    • youtube (1)
    • ética (16)

    Quem sou eu

    Eduardo Popinhak Franco
    Ver meu perfil completo

    Total de visualizações de página

    StatCounter

    View My Stats

    Referências principais do blogue

    • A arte perdida de curar (Bernard Lown)
    • A conquista da supersaúde - Uronal Zancan
    • A construção social da realidade (livro)
    • A Medicina E A Realidade Brasileira (Carlos Gentile De Mello)
    • A palestra no youtube chamada Myth of chemical cure (Joanna Moncrieff).
    • A pílula mais amarga. A história problemática dos antipsicóticos. (livro de Joanna Moncrieff)
    • A Verdade Sobre os Laboratórios Farmacêuticos (Marcia Angell)
    • ABC do charlatão (livro)
    • Anatomia de uma epidemia (livro de Whitaker)
    • Cruel compaixão (livro de Thomas Szasz)
    • Deadly psychiatry and organized denial (livro)
    • Desvio e divergência - Gilberto Velho (Org.) (livro)
    • Escritos selecionados de Basaglia
    • Esquizofrenia (livro de Thomas Szasz)
    • Estigma. Goffman
    • Loucos pela Vida - Paulo Amarante
    • Medicalização em psiquiatria (livro de Amarante e Freitas)
    • Medicamentos mortais e crime organizado (livro)
    • MEDICINA DEMAIS: O USO EXCESSIVO PODE SER NOCIVO À SAÚDE (Marco Bobbio)
    • O doente imaginado (livro)
    • O homem e a serpente - Paulo Amarante
    • O Medicamento como Mercadoria Simbólica - Fernando Lefèvre
    • O mito da doença mental (livro de Thomas Szasz)
    • O que é psiquiatria alternativa (Alan Serrano)
    • Psiquiatria e antipsiquiatria (Cooper)
    • Psiquiatria sob influência (livro de Whitaker)
    • Recovery: an alien concept (Ronald Coleman)
    • Sanidade, loucura e família (livro de Laing)
    • São e salvo. E livre de intervenções médicas desnecessárias (livro)
    • Teses da ABRASME
    • Uma sala tranquila (Neurolépticos para uma biopolítica da indiferença) - Sandra Caponi

    Visitantes

    Tecnologia do Blogger.