Limitações da psiquiatria biomédica Controvérsias entre psiquiatras conservadores e reforma psiquiátrica Psiquiatria não comercial e íntegra Suporte para desmame de drogas psiquiátricas Concepções psicossociais Gerenciamento de benefícios/riscos dos psicoativos Acessibilidade para Deficiência psicossocial Psiquiatria com senso crítico Temas em Saúde Mental Prevenção quaternária Consumo informado Decisão compartilhada Autonomia "Movimento" de ex-usuários Alta psiquiátrica Justiça epistêmica
Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)
Aviso!
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Capacitismo, eugenia, habitat e arbitrariedade
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Conceitos, comportamento pragmático e cont. de estímulos
Comportamento pragmático com identificação de reforço positivo e controle aversivo tem maior probabilidade de estabelecer controle de estímulos na interação entre pessoas do que a exposição de controle de estímulos de contingências de reforçamento que afetam uma pessoa por apresentação de pensamento conceitual já que por definição as contingências de reforçamento e controle de estímulos são diferentes entre pessoas.
Correlatos de pensamento positivo e negativo
A noção de pensamento positivo e pensamento negativo na terapia cognitiva é teoricamente correlacionável com função de comportamento por reforço positivo e por controle aversivo. No entanto, uma correlação direta é imprecisa já que o positivo pode ter consequências prejudiciais, o negativo ter consequências benéficas em certos contextos delimitados e ambos serem controle de estímulos imprecisos para satisfação de contingências de reforçamento.
sábado, 18 de abril de 2026
Autonomia: organicismo vs aprendizagem
A seletividade de fatos de programas de pesquisa, nesse caso o organicismo, produz a forma de tratamento segundo o qual estar num estabelecimento fechado tomando medicação é a forma mais apropriada para tratamento em saúde mental. Para realizar isso, a autonomia da pessoa em tratamento psiquiátrico é restringida já que estabelecimentos fechados são a configuração mais favorável a manter controle sobre tratamento farmacológico.
Em contraste, um programa de pesquisa com base em seleção de fatos de aprendizagem produz uma forma de tratamento com potencial de autonomia respeitada já que o tratamento visa o treinamento para o ambiente natural de vida da pessoa sob interesse de tratamento psiquiátrico ou de saúde mental.
segunda-feira, 13 de abril de 2026
Estado neurológico e comportamento
Na concepção de comportamento como subproduto do cérebro não há a diferenciação entre expressão do comportamento e estado neurológico. No comportamentalismo há espaço de manobra entre estado neurológico e emissão/aprendizagem de comportamento operante.
sábado, 4 de abril de 2026
Medicalização, padronização e controle
Ao assumir:
1) o conceito técnico de controle de que todo comportamento é explicável por variáveis.
2) o controle do comportamento conforme padronização não ocorre de forma universal, regular, uniforme e ubíquo na sociedade
3) há contingências de reforçamento, conceitos sociais, valores cognitivos e sociais que estabelecem e mantém o interesse, a pressão ou a possível coerção para padronização do comportamento.
4) que sistemas sociais descritos com tipificações de conceitos sociais, culturais, históricos e econômicos são cristalizações de formas consolidadas de controle.
5) nem todo controle do comportamento no sentido técnico, ou como conceito ou como comportamento mal formado precisa estar descrito e consolidado como um sistema social,
6) as configurações de condições sociais se manifestam de forma variável na vida das pessoas em conjunto com contingências de reforçamento presentes ou ausentes,
7) controle no sentido técnico não se reduz ao fenômeno coerção nem a recomendação de coerção,
então seria possível descrever a medicalização de transtornos mentais como bolsões de interesse em padronização e controle independentemente de formulação teórica enquanto comportamentalismo como hipoteticamente responsável por esse tipo de contingência de reforçamento e nem como hipoteticamente participante subalterno, ativo e compromissado com o projeto biomédico da psiquiatria biológica, manicomial e conservadora.