A identidade social do usuário de saúde mental marcada pelo diagnóstico psiquiátrico funciona como variável proxy (substituta) de propriedades disposicionais (propriedades potenciais) implicadas por uma categoria diagnóstica. Como contraposição é possível utilizar uma variável critério que realiza a verificação dos desempenhos implicados na identidade social em relação ao universo de dados amplo do que poderia acontecer sem distinção entre pessoas entendidas como normais e como anormais. Logo, percepções relacionadas ao diagnóstico e à identidade social teriam por um lado uma base em conceitos abstratos relacionados a experiências prévias formadoras de equivalência de estímulos (comportamento simbólico) e outro lado um critério objetivo de desempenho.
Limitações da psiquiatria biomédica Controvérsias entre psiquiatras conservadores e reforma psiquiátrica Psiquiatria não comercial e íntegra Suporte para desmame de drogas psiquiátricas Concepções psicossociais Gerenciamento de benefícios/riscos dos psicoativos Acessibilidade para Deficiência psicossocial Psiquiatria com senso crítico Temas em Saúde Mental Prevenção quaternária Consumo informado Decisão compartilhada Autonomia "Movimento" de ex-usuários Alta psiquiátrica Justiça epistêmica
Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)
Aviso!
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Ident. soc. do us.: proxy vs critério
quarta-feira, 18 de junho de 2025
Evidências do tratamento da esquizofrenia
Evidências padrão ouro utilizadas como melhor evidência disponível sobre o tratamento contínuo da esquizofrenia. Revisão Cochrane.
Observe a ligação com várias empresas farmacêuticas e o desinteresse em relatar desfechos negativos.
sexta-feira, 2 de maio de 2025
Modelo clínico de Kraeplin: reinterpretação comportamental
O modelo clínico de Kraeplin, criador das bases da psiquiatria moderna e biológica contemporânea, tem uma base factual em circunstâncias: fazer alterações difíceis (Definição de difícil: insuficiência de aprendizagem operante) em contingências de reforçamento ocasiona problemas e tem baixa viabilidade. Por isso, contingências de reforçamento estabelecidas pelas pessoas com poder devem ser respeitadas, legitimadas e apoiadas. A pessoa que não satisfaz as contingências de reforçamento estabelecidas pelas pessoas com poder está clinicamente doente por alteração orgânica. Inversamente, a saúde mental é o valor reforçador do repertório de comportamentos para as contingências de reforçamento vigentes, as quais devem ser respeitadas ou alteradas sem problemas significativos.
quarta-feira, 16 de abril de 2025
sábado, 12 de abril de 2025
Ação sistêmica de fármacos
06.04.2025 | Natalia Kandybey
"Um efeito sistêmico é o efeito de uma substância ou intervenção terapêutica não apenas no local da aplicação ou em uma área específica do corpo, mas também em todo o organismo como um todo. Esse efeito ocorre quando a substância ativa entra na corrente sanguínea e se espalha por todos os órgãos e tecidos, afetando o funcionamento de vários sistemas simultaneamente. É por isso que o efeito sistêmico se diferencia do efeito local, que se limita a impactar apenas uma determinada região.
Exemplos de substâncias com ação sistêmica incluem a maioria dos medicamentos em comprimido, injeções, agentes hormonais, antibióticos e alguns suplementos alimentares. Por exemplo, um anti-inflamatório administrado por via intramuscular não apenas reduz a dor nas articulações, mas também pode afetar a temperatura corporal, a saúde do sistema imunológico ou a função gastrointestinal. Em alguns casos, o efeito sistêmico pode ser desejável (por exemplo, em inflamações generalizadas), e em outros, pode causar efeitos colaterais.
Compreender o efeito sistêmico é importante ao prescrever um tratamento, especialmente em pacientes com comorbidades ou hipersensibilidade a medicamentos. Isso permite avaliar não apenas os benefícios esperados, mas também os riscos potenciais associados ao impacto do medicamento sobre o corpo como um todo."
https://violapharm.com/en/system-action/
O efeito sistêmico ocorre porque as substâncias se conectam a receptores em todo o organismo e não apenas no alvo terapêutico.