Se a psiquiatria biológica fosse coerente com a pura biologia como diz que pretende ser, consideraria que a adesão não farmacológica é maior e mais difícil de ocorrer que a farmacológica. Logo, seria uma oportunidade potencial de adesão ao tratamento.
Limitações da psiquiatria biomédica Controvérsias entre psiquiatras conservadores e reforma psiquiátrica Psiquiatria não comercial e íntegra Suporte para desmame de drogas psiquiátricas Concepções psicossociais Gerenciamento de benefícios/riscos dos psicoativos Acessibilidade para Deficiência psicossocial Psiquiatria com senso crítico Temas em Saúde Mental Prevenção quaternária Consumo informado Decisão compartilhada Autonomia "Movimento" de ex-usuários Alta psiquiátrica Justiça epistêmica
Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)
Aviso!
domingo, 21 de junho de 2026
Adesão ao tratamento: farmacológica e não farmacológica
quinta-feira, 18 de junho de 2026
Coerção, organicismo e aprendizagem
A coerção prescinde de aprendizagem em extensão. O fato da psiquiatria biológica usar coerção demonstra poder institucional para adesão conforme o organicismo. O organicismo não reconhece a aprendizagem como fenômeno não subordinado. As possibilidades contrafactuais de aprendizagem não subordinadas ao organicismo prescindem de coerção.
domingo, 24 de maio de 2026
Emancipação em discurso e efetiva
terça-feira, 5 de novembro de 2024
Liberdade, determinantes e reforma psiquiátrica
A questão da dificuldade de apoio público aos equipamentos de álcool e drogas da reforma psiquiátrica está relacionado com a simplicidade que envolve o modelo de coerção manicomial, a percepção de que louco e drogado não tem real liberdade ou capacidade de liberdade e a ausência de uma resposta na reforma psiquiátrica dentro de uma base naturalista de explicação dos comportamentos. Intuitivamente, a grande maioria das pessoas entende que a noção de determinantes, mesmo que de forma paternalista, do comportamento tem validade maior do que a liberdade para pessoas em situação precária ou a todo custo. A direita e o modelo manicomial obtém influência política porque esse reconhecimento dos determinantes, apesar de serem modelos precários de influência sobre o comportamento, obtém ganhos segundo a sociedade ou evita riscos percebidos pela sociedade. Se as leis sociais e biológicas conservadoras não forem substituídas por propostas de maior qualidade e sofisticação de forma que inclua a diversidade de valores e preocupações sociais a reforma psiquiátrica dificilmente vai obter apoio além dos gabinetes políticos e de gestão da saúde.
sábado, 26 de agosto de 2023
Uma interpretação possível de liberdade
sábado, 13 de junho de 2020
liberdade, opressão e saúde (Basaglia)
BASAGLIA, Franco. Psiquiatria Alternativa: contra o pessimismo da razão, o otimismo da prática. São Paulo: Ed. Brasil Debates, 1982.