Limitações da psiquiatria biomédica Controvérsias entre psiquiatras conservadores e reforma psiquiátrica Psiquiatria não comercial e íntegra Suporte para desmame de drogas psiquiátricas Concepções psicossociais Gerenciamento de benefícios/riscos dos psicoativos Acessibilidade para Deficiência psicossocial Psiquiatria com senso crítico Temas em Saúde Mental Prevenção quaternária Consumo informado Decisão compartilhada Autonomia "Movimento" de ex-usuários Alta psiquiátrica Justiça epistêmica
Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)
Aviso!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
Respeito: pais e filhos / rua e casa
terça-feira, 14 de fevereiro de 2023
Boa gente no Brasil
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
Motivações inconscientes / contingências de reforço
O uso da noção de motivações inconscientes na psicanálise é semelhante ao uso da noção de contingências de reforço. Ambos descrevem motivações e ambos não precisam ser conscientes.
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
Relações familiares esquizofrenogênicas
Em fabricação da loucura de Szasz há uma nota de rodapé sobre a hipótese da mãe esquizofrenogênica. Ele afirma que as relações familiares são o aspecto mais claro mas que o exame do papel da psiquiatria e do Estado é confortavelmente deixado de lado.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2022
Poder econômico, status e consequências de comportamentos
Não é algo que se restringe à relações de produção e consumo. O custo de produzir (nem sempre em jogo) e o custo de pagar leva a desejar obter comodidades em troca.
Uma das comodidades que o dinheiro traz é não se preocupar tanto com as consequências dos próprios comportamentos nas pessoas que não tem condições de fazer o mesmo (filhos ou outros dependentes).
Um dos problemas da "loucura" é não ter condições de fazer isso, desequilibrando bastante as relações de poder. Um exemplo era a condição de indigentes que eram submetidos as pessoas internadas em manicômios.
É interessante pensar nessa continuidade de um mesmo processo. É por isso que algumas pessoas são obrigadas a ir no psiquiatra, psicólogo, ir internado. Ou inversamente, o status econômico ou outras formas de status protegem a pessoa. Por exemplo, quem consegue pagar uma internação, um psiquiatra, etc.
terça-feira, 21 de dezembro de 2021
O híbrido marido-filho
quarta-feira, 27 de outubro de 2021
Filhos e sentido na vida (Szasz)
Crianças não pedem para nascer. Os pais criam filhos para dar sentido às suas vidas, não vidas aos filhos.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Repertório especial de pais e parceiros e psiquiatria
Pais e parceiros apresentam repertório especial com filhos e parceiros. Nesse sentido, um psiquiatra pode julgar que se o filho está incomodado ou sofrendo deve haver algo errado com o organismo do filho. Pois os pais vão parecer bem ajustados e adaptados à sociedade enquanto o filho vai parecer mal ajustado e mal adaptado. Mesmo se os pais apresentarem comportamentos complicados em outras situações isso dificilmente vai ser levado em consideração.
Inspirado em Skinner - Notebooks (1980). (Seria melhor colocar essa citação)
Obs: A maior chance é que o psiquiatra fique do lado de quem paga a consulta e contra a pessoa com menos poder.
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
[Curta] Mãe e filho ligados pelo cordão umbilical
https://www.youtube.com/watch?v=om0DKGrPErA&t=1s
Não tenho a referência do curta. Encontrei esse vídeo num grupo telegram italiano de antipsiquiatria.
domingo, 30 de agosto de 2020
Consciência forte, conservadorismo e rejeição da singularidade/criatividade
Assim como o animal de laboratório, que gasta todo seu tem-
po esquivando-se de choques, pessoas que têm uma consciência forte
podem andar em um curso estreito. Elas obedientemente fazem o
que é esperado, raramente tentando algo novo. Elas são confiáveis,
corajosas, transparentes e reverentes. Junto com estas inquestioná-
veis virtudes pessoais, entretanto, elas freqüentemente consideram
criatividade uma coisa perigosa, desaprovando-a em si mesmas e nos
outros. Elas freqüentemente consideram a singularidade perturbadora;
ação, crença ou aparência não-convencionais ameaçam sua seguran-
ça. E quando as condições mudam, quando a sociedade relaxa algu-
mas contingências e estreita outras, elas freqüentemente são incapa-
zes de adaptar-se; mudanças as ultrapassam. Estes subprodutos
infelizes de coerção "efetiva" também devem ser esperados quando a
comunidade constrói consciências individuais por meio de punição.
Se frutos proibidos continuam a nos atrair, a comunidade
haverá de nos considerar como tendo consciência fraca e sendo,
portanto, perigosos. Mesmo sem burlar a lei, podemos nos descobrir
com problemas. Simplesmente adotar um estilo de vida incomum
pode nos colocar em conflito com a comunidade mais ampla; ela
considera o diferente como não-confiável. Também podemos nos
sentir em guerra conosco quando somos fortemente tentados a fazer
coisas que aprendemos a chamar de "ruins" ou "perigosas", ou
quando nos descobrimos realmente "indo contra nossa consciência".
Não apenas a comunidade deixa de confiar em nós porque não
podemos nos controlar, mas é provável que não confiemos ou que
desprezemos a nós mesmos. Estas características distintivas de de-
sordens de personalidade e de neuroses são subprodutos adicionais
das práticas coercitivas que a comunidade usa para estabelecer a
consciência individual.
Coerção e suas implicações - Sidman
terça-feira, 25 de agosto de 2020
Adolescência e cuidado dos pais
Atenção, por exemplo, usualmente um reforçador positivo para uma criança, pode
colocar problemas delicados depois que a criança tornou-se um
adolescente. Pais que cuidam demais, ou muito intensamente, podem
ser vistos como intrometidos e controladores. Atenção, então,
funcionará como um reforçador negativo; é provável que os pais
notem que sua filha de 16 anos não parece mais querer falar com
eles, fica fora de casa tanto quanto possível e, quando em casa,
permanece calada.
Tendemos a ver o que queremos ver. Portanto, os pais podem precisar
da ajuda de um observador não-envolvido.
O observador pode recomendar que eles respondam às confidencias
de sua filha com afetuoso interesse, mas sem bisbilhotar; que eles
mostrem não apenas seus temores em relação ao seu bem-estar,
mas sua confiança em sua integridade e capacidade de julgar. Se
modular sua atenção a transformar um reforçador negativo em um
reforçador positivo, eles descobrirão que a conduta de sua filha
muda. Desligar-se de seus pais, afastar-se deles e evitar comunicação
não mais será reforçador. Em vez disso, ela interagirá mais
freqüentemente, compartilhando experiências, confidenciando, confiando,
mudando de fuga e esquiva para aproximação.
Coerção e suas implicações - Sidman
segunda-feira, 17 de agosto de 2020
Desistindo da família
Desistindo da família. Um outro fugitivo trágico é o que desis-
te da família. Muitos jovens vivem com punição freqüente em casa.
Se a maior parte da atenção que obtêm vem na forma de punição,
com pouco reforçamento positivo compensatório, é provável que eles
deixem a velha casa paterna assim que surja uma oportunidade.
Eles podem começar prestando pouca atenção ao que é dito a eles e
ainda menos ao que é dito à sua volta em casa; eles não assumem
maiores responsabilidades na casa além das que são forçados; eles
nem dão nem solicitam afeto. Eles primeiro se desligam da vida
familiar e, então, quando se torna possível desistir, eles se vão.
A sociedade provê um conjunto de desculpas aceitáveis para
deixar a família. Ir para escola longe de casa é uma técnica de fuga
aprovada, assim como encontrar um bom emprego muito distante.
Gravidez é um modo tradicional para adolescentes conseguirem per-
missão para se casarem, até mesmo dos pais mais relutantes. Casa-
mento, possibilitado por gravidez precoce, ou por atingir a idade
legal, é uma rota de fuga da família socialmente aceita. Em muitos
estados, ser mãe solteira permite a uma garota fugir de sua família
para os braços da previdência pública, que a sustenta em seu pró-
prio domicílio.
Sair de casa para a escola, o trabalho, o casamento ou a
previdência pode, naturalmente, produzir reforçadores positivos e
nem sempre é o resultado de controle coercitivo. Mesmo quando o é,
tal rota de fuga pode tornar possível uma vida melhor para o fugiti-
vo. Entretanto, não podemos deixar de nos entristecer quando ve-
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mos jovens terem de fugir para as responsabilidades da vida adulta,
freqüentemente muito cedo e despreparados, em vez de serem capa-
zes de aproveitar aquele estágio da vida como uma fonte de novas
satisfações.
Um dos problemas mais difíceis da paternidade é segurar os
filhotes até que eles estejam prontos para voar, nem forçando-os a
ir-se cedo demais, nem fazendo-os ficar tempo demais. Como pais,
sempre temos que estabelecer limites para nossos filhos e esta ne-
cessidade pode facilmente nos jogar na armadilha do controle coerci-
tivo. Mas não precisamos tornar o "Não" um punidor; podemos ensi-
nar nossos filhos a aceitar ambos, "Sim" e "Não", como um conselho
de alguém querido sobre o que funcionará e o que não funcionará,
como um auxílio na aprendizagem das regras pelas quais o mundo
opera. Algumas vezes, entretanto, eles insistem em descobrir coisas
por si mesmos, especialmente quando amigos os convenceram de
que os pais não podem em qualquer hipótese compreender suas
necessidades. Nada podemos fazer quando isso acontece, a não ser
esperar e observar; se já não os tivermos desligado por tentar coagi-
los a fazer as coisas à nossa maneira, então, se eles cometerem um
erro, não hesitarão em vir a nós para ajuda.
O problema se estabelece quando pais desistem da família.
Intuitivamente reconhecendo divórcio e separação como fuga, as
crianças freqüentemente se culpam pela partida de um dos pais.
Mas, mesmo que um dos pais fuja apenas em espírito — por meio de
doenças psiquiátricas incapacitadoras, alcoolismo, excesso de traba-
lho ou excesso de televisão — o modelo de fuga está ali para as
crianças imitarem quando elas criarem suas próprias famílias. Fuga
da família tem um modo de se perpetuar. Podemos fugir do ambien-
te coercitivo de nossa família, mas, a menos que tenhamos um outro
modelo para seguir, criamos nossa própria cópia. E então, nossos
filhos mantêm a tradição coercitiva viva.
Murray Sidman - Coerção e suas implicações
quarta-feira, 15 de julho de 2020
Proibição de argumentar: armadilha
sábado, 11 de julho de 2020
Liberdade e família: questão complicada
A questão dos direitos dos pais é particularmente irritante para os libertários. Claramente, a doutrina libertária sugere que os pais devem ter o direito de tomar decisões sobre seus filhos, em vez de outros adultos ou o estado. Nos Estados Unidos, a jurisprudência constitucional tem, desde a década de 1920 (em Meyer vs. Nebraska e Pierce vs. Society of Sisters), amplamente sustentado esse princípio como uma questão de devido processo legal sob a 14ª Emenda. Ao mesmo tempo, também reconheceu argumentos centrados no "melhor interesse da criança" em 1944 em Prince v. Massachusetts. Reconhecer a primazia dos direitos dos pais, no entanto, levanta mais perguntas do que respostas; não nos diz em que ponto as crianças são "adultas o suficiente" para começar a tomar suas próprias decisões, independentemente das preferências dos pais, nem em que momento o exercício dos direitos dos pais transborda em abusos e negligências que podem justificar a intervenção do Estado ou de outros. .
Com relação à primeira pergunta, uma minoria de libertários defende fortemente os direitos das crianças e acredita que elas devem poder tomar mais decisões mais cedo do que se pensa. Se essa perspectiva é simplesmente parte de uma filosofia de criação de filhos ou de uma declaração política sobre os direitos individuais das crianças nem sempre é claro. Os libertários não têm uma resposta clara à questão da negligência. No entanto, na medida em que libertários adotam a visão de que o ônus da prova para a intervenção nos assuntos dos indivíduos recai sobre o Estado, segue-se que há uma presunção de que os pais têm tanto conhecimento quanto incentivo para fazer o que é certo para seus filhos. Além disso, o Estado deve demonstrar que, ao submeter as crianças a suas ações, não trará uma situação pior do que a obtida em casa. Assim como a existência de imperfeições no mercado não significa ipso facto, a intervenção estatal melhorará sobre elas, nem uma família imperfeita significa que a interferência nos direitos dos pais, especialmente removendo os filhos de uma casa, levará a uma melhoria na vida das pessoas. crianças. Também deve ficar claro que as reivindicações de "privacidade da família" (distintas dos "direitos dos pais") que nas gerações anteriores permitiram que os homens usassem a violência, incluindo o estupro, como uma maneira de "controlar" suas esposas, são totalmente contraditórias ao libertarianismo, na medida em que nenhum entendimento razoável do contrato de casamento possa anular a proibição libertária de iniciar a força física ou a ameaça dela contra adultos competentes.
O libertarianismo baseia-se na premissa de que o comportamento consensual entre adultos deve estar livre de interferências de outros. No entanto, essa visão é complicada pelo que constitui “consentimento” e “idade adulta”, que são desafiados pela presença de crianças e pela natureza dos entendimentos tácitos que compõem os relacionamentos familiares. Essas perguntas não se prestam a soluções simples e fornecem áreas contínuas de debate entre os libertários que as abordam. Dito isso, os libertários geralmente concordam que o estado deve permanecer ausente ou neutro no tratamento da multiplicidade de formas familiares que os humanos podem desenvolver e manter e que, quando se trata de questões de abuso e negligência, o ônus da prova está no estado. mostrar que a interferência nos direitos dos pais é justificada e que a solução alternativa é superior ao status quo.
sábado, 4 de julho de 2020
Estresse feminino: modo cuidado e amizade
https://youtu.be/7CyT4H7RDs0?t=223
Está mais pra frente do vídeo.
Sobre maneira feminina de lidar com o estresse através do cuidado e amizade. Seria uma estratégia típica das mulheres análoga à luta ou fuga dos homens.
Relacionável com os cuidados maternos excessivos e os diagnósticos psiquiátricos nos filhos.
segunda-feira, 13 de abril de 2020
CRIANÇAS COMO REFÉNS
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
CASA DE MÃE FILHOS SE VÃO
Programa Papo de Almoço com Fernanda Gentil- Rádio Globo, em 27/11/2018 Texto: Miryan Lucy Rezende - Educadora e Escritora- Uberlândia Mg Email miryanlu@hotmail.com
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020
Filhos (Khalil Gibran)
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
Vêm através de vós, mas não de vós.
E embora vivam convosco, não vos pertencem.
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
empurrar o filho para fora do ninho
“É preciso empurrar o filho para fora do ninho” – Por Rubem Alves
https://www.portalraizes.com/filhorubemalves/?fbclid=IwAR27YS7br6RE9gt5thK0ZcFabAoEoPHKL_38a-gXdxNhGTAyh_08zEpbGEgdomingo, 8 de dezembro de 2019
Excesso de zelo e Psiquiatria
https://dicionario.priberam.org/excesso%20de%20zelo
Excesso de zelo de um dos pais na mão de um psiquiatra pode virar esquizofrenia do filho.
http://edicaodobrasil.com.br/2018/09/28/excesso-de-zelo-pode-dificultar-o-amadurecimento-dos-filhos/
Querer proteger os filhos dos perigos e riscos do mundo é da natureza dos pais, afinal eles possuem um amor incondicional. No entanto, o excesso de zelo pode atrapalhar o desenvolvimento e aprendizado da criança e impedir que ela esteja preparada para as diversas etapas da vida. Essa superproteção também é ruim para as mães, podendo desencadear grande ansiedade e a síndrome do ninho vazio. Mas, então, qual seria o limite da proteção?
Para a psicopedagoga Tatiana Lopes, muitas vezes, os pais não percebem que estão exagerando nos cuidados e acreditam que estão tornando a vida dos filhos mais fácil. “Ter zelo é fundamental, mas é bom a criança desenvolver sua própria autonomia. Essa proteção exagerada cria um estresse e dificulta a lidar com os fracassos. Isso causa um amadurecimento tardio e gera reflexos na fase adulta”.
Ela diz ainda que a superproteção dos pais pode indicar um pouco de insegurança deles em relação aos filhos. “Eles não confiam no potencial da criança e não as deixa realizar as tarefas. O problema é que se os pais não acreditam nessa capacidade, como que o filho pode colocar fé em si mesmo? Tende a criar um certo medo de encarar situações novas, bem como um distanciamento da realidade”.
Esse excesso de zelo é negativo, não somente nas crianças, como também nas mães, alerta a psicopedagoga. “Elas sofrem com uma carga de ansiedade, pois vivem em função da criança, ainda mais se for filho único. Mais tarde, quando eles atingem a vida adulta e independência, podem vir a sofrer com a síndrome do ninho vazio”.
Outro sinal é a mania de achar que só você sabe o que é melhor para seu filho, sem nem ao menos ouvir a opinião dele”.
"excesso de zelo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/excesso%20de%20zelo [consultado em 09-12-2019].
"excesso de zelo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/excesso%20de%20zelo [consultado em 09-12-2019].
"excesso de zelo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/excesso%20de%20zelo [consultado em 09-12-2019].
"excesso de zelo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/excesso%20de%20zelo [consultado em 09-12-2019].