A discussão feita anteriormente sobre no modelo biomédico o comportamento operante ser um subconjunto restrito de estados orgânicos diz respeito o quanto o comportamento operante é um fenômeno primário autônomo diante da fisiologia e do orgânico. No modelo biomédico, o comportamento operante é fenômeno secundário e derivado. Logo, nessa perspectiva a análise experimental do comportamento seria um campo auxiliar da paramedicina. Apesar de ser mercadologicamente adaptativa, como afirmado anteriormente, essa caracterização não utiliza o conhecimento e capacidade de previsão e controle da análise experimental do comportamento em toda a sua extensão. A questão da autonomia dos fenômenos do comportamento operante tem relevância para o quanto a análise experimental do comportamento tem reconhecimento para desenvolver explicações e aplicações além de apenas prática subordinada a outras áreas de conhecimento. A autonomia de fenômenos de áreas de conhecimento implica em questões de epistemologia e ontologia. A compreensão profissional e popular da neurociência como hierarquicamente determinista de manifestações do comportamento tem implícita questões de epistemologia e ontologia. Uma forma mais simples e popular de descrição é o entendimento de que o comportamento observável é apenas a expressão externa de fisiologia e estados orgânicos internos caracterizados como fenômenos autônomos diante do ambiente, isto é, a correção neurobiológica.
Limitações da psiquiatria biomédica Controvérsias entre psiquiatras conservadores e reforma psiquiátrica Psiquiatria não comercial e íntegra Suporte para desmame de drogas psiquiátricas Concepções psicossociais Gerenciamento de benefícios/riscos dos psicoativos Acessibilidade para Deficiência psicossocial Psiquiatria com senso crítico Temas em Saúde Mental Prevenção quaternária Consumo informado Decisão compartilhada Autonomia "Movimento" de ex-usuários Alta psiquiátrica Justiça epistêmica
Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)
Aviso!
segunda-feira, 20 de julho de 2026
A autonomia do orgânico vs. comportamento
sábado, 18 de julho de 2026
Definição auxiliar de conceito
Um conceito é uma relação com o mundo estabilizada, é observável e descritível por discriminação e generalização e é um resultado final de fenômenos de aprendizagem e não apenas determinante de comportamento. A intervenção em conceitos deve partir de fenômenos operantes e suas relações com os conceitos estáveis e não necessariamente nos conteúdos conceituais estáveis.
domingo, 12 de julho de 2026
Bipolaridade, esquemas de reforço e farmacologia
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Obrigações sociais funcionais e diagnóstico psiquiátrico
quarta-feira, 1 de julho de 2026
Devolutiva: "terapia comportamental manicomial"
Uso subordinado de AEC
O uso da análise experimental do comportamento parte por vezes de: 1) conceitos convencionais diante dos quais as análises são subordinadas de forma diplomática e com afinidades exteriores a área de conhecimento que limitam o potencial de exame crítico; 2) exames conceituais que não se furtam a revisões e não são comprometidos por afinidades exteriores a área de conhecimento aos quais é assumido como obviedade que são áreas autônomas fora do domínio de atuação do comportamentalista.