Psiquiatria crítica

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Pacientes produtores ativos de saúde (prosumo)

Essa avalanche de informações e conhecimento relacionada à saúde e despejada todos os dias sobre os indivíduos sem a menor cerimônia varia muito em termos de objetividade e credibilidade. Porém, é preciso admitir que ela consegue atrair cada vez mais a atenção pública para assuntos de saúde - e muda o relacionamento tradicional entre médicos e pacientes, encorajando os últimos a exercer uma atitude mais participativa na relação. Ironicamente, enquanto os pacientes conquistam mais acesso às informações sobre saúde, os médicos têm cada vez menos tempo para estudar as últimas descobertas científicas ou para ler publicações da área - on-line ou não -, e mesmo para se comunicar adequadamente com especialistas de áreas relevantes e/ou com os próprios pacientes. Além disso, enquanto os médicos precisam dominar conhecimentos sobre as diferentes condições de saúde de um grande número de pacientes cujos rostos eles mal conseguem lembrar, um paciente instruído, com acesso à internet, pode, na verdade, ter lido uma pesquisa mais recente do que o médico sobre sua doença específica. Os pacientes chegam ao consultório com paginas impressas contendo o material que pesquisaram na internet, fotocópias de artigos da Physician's Desk Reference, ou recorte de outras revistas e anuários médicos. Eles fazem perguntas e não ficam mais reverenciando a figura do médico, com seu imaculado avental branco. Aqui as mudanças no relacionamento com os fundamentos profundos do tempo e conhecimento alteraram completamente a realidade médica. Livro: Riqueza Revolucionária - O significado da riqueza no futuro

Aviso!

Aviso! A maioria das drogas psiquiátricas pode causar reações de abstinência, incluindo reações emocionais e físicas com risco de vida. Portanto, não é apenas perigoso iniciar drogas psiquiátricas, também pode ser perigoso pará-las. Retirada de drogas psiquiátricas deve ser feita cuidadosamente sob supervisão clínica experiente. [Se possível] Os métodos para retirar-se com segurança das drogas psiquiátricas são discutidos no livro do Dr. Breggin: A abstinência de drogas psiquiátricas: um guia para prescritores, terapeutas, pacientes e suas famílias. Observação: Esse site pode aumentar bastante as chances do seu psiquiatra biológico piorar o seu prognóstico, sua família recorrer a internação psiquiátrica e serem prescritas injeções de depósito (duração maior). É mais indicado descontinuar drogas psicoativas com apoio da família e psiquiatra biológico ou pelo menos consentir a ingestão de cápsulas para não aumentar o custo do tratamento desnecessariamente. Observação 2: Esse blogue pode alimentar esperanças de que os familiares ou psiquiatras biológicos podem mudar e começar a ouvir os pacientes e se relacionarem de igual para igual e racionalmente. A mudança de familiares e psiquiatras biológicos é uma tarefa ingrata e provavelmente impossível. https://breggin.com/the-reform-work-of-peter-gotzsche-md/

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Comportamento conceitual: teoria e prática

Todo comportamento não aleatório, se não agrupar e não diferenciar estímulos de nenhuma forma for possível, é comportamento conceitual no sentido biológico da análise experimental do comportamento. Isso inclui desde o nível mais alto de abstração até o nível mais primitivo. Exemplos são tanto comportamento de domínio epistêmico, ontológico, lógico como protocolos de obtenção de sucesso prático. O teórico perde o status de abstração ao obter sucesso prático e obtém status de realidade prática. Derrogar o teórico-conceitual por preferência pelo operacional faz sentido científico e pragmático. No entanto, conceitos permitem ampliar os limites do possível de ser concretizado em realidade prática.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 2/10/2026 07:45:00 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: análise do comportamento, aprendizagem, behaviorismo radical, dopamina, Filosofia, normalidade, sucesso

Heteronomia e adaptação social

A heteronomia é uma estratégia de adaptação social que funciona em muitas situações. Pelo menos para seguir o modo de funcionamento social sem atritos. Uma vez que a heteronomia não resolva os desafios, a autonomia exige habilidades de entendimento em grau difícil de efeitos eficazes, implicando em riscos decisórios. Por isso, a autonomia geralmente é restringida ou vista como um problema.

Histórico da discussão:

1) Immanuel Kant: O Que é o Esclarecimento?

https://ppgfil.propesp.ufpa.br/ARQUIVOS/Processo%20Seletivo/2019.2/KANT,%20Immanuel.%20Que%20%C3%A9%20Esclarecimento.pdf

2) Declarações de Thomas Szasz sobre autonomia.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 2/10/2026 07:48:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: acordo social, adesão ao tratamento, Ajuste social, antipsiquiatria, autonomia, ciências sociais, crise, cultura, Filosofia, Loucura, Medicalização, normalidade, normopatia, Psiquiatria, Reforma psiquiátrica, szasz

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Tratamento combinado e validade

O tratamento combinado (psiquiatria e psicoterapia) tem como ponto de partida o uso de variáveis intervenientes entre ambiente e resposta. Uma consequência disso é negar a validade de relações operantes com o mundo que prescinde de variáveis intervenientes para previsão, controle ou justificativa de limitações já que tais variáveis são caracterizadas como ontologicamente fundamentais. Logo, um tratamento eficaz com base em princípios do comportamento operante não terá seus efeitos inequivocamente demonstrados e a percepção será (predição) de que não há mérito de tal tratamento sem as fundamentais variáveis intervenientes. Por isso, o tratamento contínuo e vitalício para problemas caracterizados como crônicos é validado.


Postado por Eduardo Popinhak Franco às 2/08/2026 02:15:00 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: adesão ao tratamento, análise do comportamento, behaviorismo radical, cronicidade, desmame, desmedicalização, Medicalização, neurociência, psicofarmacologia, Reforma psiquiátrica

sábado, 7 de fevereiro de 2026

O que é um "louco"?

Na perspectiva manicomial, o "louco" no sentido depreciativo é a pessoa cujo comportamento operante, cujos determinantes são inteiramente orgânicos e internos e portanto tornam o comportamento inteiramente subordinado causalmente, "cria" problemas pela produção de consequências. O "louco" está fadado a criar problemas devido a suas variáveis constitutivas ou essenciais, as quais são definidas como centrais, e insensível a variáveis determinantes ou relativamente insensível a tais variáveis, as quais são definidas como secundárias. Logo, não há previsibilidade e controlabilidade fundamental possível para o "louco".

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 2/07/2026 09:22:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: criminalidade, crise, esquizofrenia, estigma, ideologia, Loucura, manicômio, Modelo Asilar, Modelo biomédico, neurociência, normalidade, política, preconceito, Prevenção de psicose, psicose, Reforma psiquiátrica, riscos

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Pós-modernidade, tradição e medicalização

https://eduardopopinhakfranco.substack.com/p/pos-modernidade-tradicao-e-medicalizacao


Trabalho feito em 2013 durante a graduação em psicologia na Universidade Federal de Santa Catarina.

Objetivo: refletir criticamente sobre a adequação de posturas oficialistas, normativas e ortodoxas a respeito de conhecimento, profissão e sociedade como defesa do tradicionalismo e da tradição os quais pressupõem conceitos implícitos da perspectiva histórica moderna. O tradicionalismo e a tradição funcionam como regimes de verdade que legitimam posicionamentos de medicalização e imposição de práticas socioculturais.

A constituição da identidade do sujeito e das subjetividades na pós-modernidade

Para Moreira, Romagnoli & Neves (2007 apud Araújo) a psicologia precisa entender o contexto social e histórico em que o indivíduo se insere para que o psicólogo dê conta das características de seu tempo e da vida cotidiana a qual é o contexto em que os indivíduos sofrem e constroem sua identidade e suas vidas: “o contexto social passou a adentrar os consultórios de forma a convocar os psicólogos a saírem dele, ou seja, para responder às novas formas de subjetivação e de adoecimento psíquico, o psicólogo deveria compreender a realidade local. A Psicologia “tradicional” é “obrigada” a se redesenhar, tornando-se mais crítica e engajada socialmente”.

Segundo Pereira (2013): “A chamada crise de identidade pode ser compreendida num processo mais amplo de deslocamento e mesmo de fragmentação do indivíduo moderno. Os quadros de referência que davam ao indivíduo uma certa sensação de pertinência em um universo centrado, de alguma forma, entram em crise, e passam a se constituir em algo descentrado e fragmentado.”

Conforme Pereira (2013): “A nova concepção do sujeito se caracteriza pelo provisório, variável e problemático, alguém como não tendo uma identidade fixa, essencial ou permanente. É uma fantasia, afirma Hall (2003, p.13), considerar a identidade plenamente unificada, completa, segura e coerente.”

Segundo alguns autores a pós-modernidade se caracteriza por instantaneidade, velocidade de informações, liquidez assim como perda da historicidade e falta de profundidade (Bauman 2005 e Jameson,2002 apud Machado e Olekszechen,2013)

De acordo com Machado e Olekszechen (2013): “É de extrema complexidade o entendimento de um contexto que se altera a todo instante, que não é estático e, sendo assim, a experiência de viver e de se relacionar com o outro e com o mundo se apresenta como um desafio constante”.

Para Machado e Olekszechen (2013), a identidade pessoal foi substituída por uma identidade múltipla que se dá por múltiplas identificações e por isso o sujeito se tornou fragmentado e superficial.

Segundo GIDDENS (2002 apud Mocellim) na modernidade a constituição do sujeito é um projeto reflexivo de responsabilidade do indivíduo, cabe ao indivíduo fazer suas escolhas sobre quem deseja tornar-se, o que se identifica e sua inserção em ideologias e grupos sociais. Outra característica do sujeito é construir sua identidade elaborando o passado e vislumbrando um futuro para si. A construção da identidade depende de uma narrativa sobre si a partir da história de vida do sujeito e sua socialização prévia.

Segundo GIDDENS (2002 apud Mocellim) o sujeito se vê deparado com a necessidade de escolher um projeto de vida ou estilo de vida: “(...) nas condições da alta modernidade, não só seguimos estilos de vida, mas num importante sentido somos obrigados a faze-lo – não temos escolha senão escolher. Um estilo de vida pode ser definido como um conjunto mais ou menos integrado de práticas que um indivíduo abraça, não só porque essas práticas preenchem necessidades utilitárias, mas porque forma material a uma narrativa particular da auto-identidade.”

Segundo Giddens (2002 apud Mocellim), os tempos pós-modernos no ocidente não oferecem autoridades definitivas ou quadros de referências estáveis e indubitáveis, as tradições já não são fonte principal de autoridade, as grandes metanarrativas cederam lugar às fragmentações e à multiplicidade. Portanto, nos dias de hoje há um pluralismo de autoridades, oferecendo à dispor do indivíduo diversas escolhas opostas e incompatíveis entre si, tornando a constituição de si e da própria vida um processo mais complexo, incerto, inseguro e múltiplo.

Segundo Araújo o referencial do sujeito e a constituição de sua identidade não é mais a realidade, mas o seu discurso, a sua imagem, a sua virtualidade. Na época atual o psicólogo deve atender às necessidades de sujeitos hiperindividualistas e pragmáticos que usam o consumo como compensação de sua angústia existencial e seu vazio sobre o presente e o futuro.

De acordo com Debord (2006 apud Araújo) na sociedade do espetáculo, a exibição é a razão da existência dos homens. Por conseguinte, para Birman (2003 apud Araújo) atualmente o autocentramento é grande por parte de indivíduos que recorrem à estetização da existência, exaltando o próprio eu e manifestando a hegemonia da aparência e da imagem.

Nos tempos atuais a construção de si, por ser responsabilidade do sujeito, é algo que demanda escolhas pessoais sobre estilos de vida, ideologias, profissões, temáticas como sexualidade e relacionamentos, religiões, gostos, opiniões. Assim sendo, num mundo onde as referências externas e autoridades para a subjetivação não estão dadas e definidas universalmente nem de forma unânime o sujeito pós-modernos depara-se diante de uma série de escolhas sobre quem deseja ser e seus projetos de futuro. Como as incertezas, dúvidas, multiplicidade, fragmentações são evidentes a angústia existencial passa a se exacerbar pois não existem papéis pré-definidos e um mundo rigidamente definido para se inserir.

O sujeito deve inventar a si mesmo e seus modos de existência, sendo um artista de si mesmo, construindo sua individualidade, seu estilo de vida, seus projetos de vida. Mesmo compreender como são ou devem ser as coisas é questão de muita reflexão, opções pessoais e negociações pois vivemos em tempos de pluralidade e maior liberdade de escolha.

Essa responsabilização para construir a própria vida e a si mesmo faz com que as pessoas se sintam sem referências, perdidas no mundo e aos poucos elas devem descobrir suas preferências pessoais ou descobrir que existem muitas diferenças entre grupos e maneiras de pensar e viver e que por isso esse pode avaliar, comparar, refletir, percebendo que uma verdade final e pré-estabelecida não está dada. A verdade passa a ser mesmo questão de gosto ou preferência como indica um dizer presente entre os jovens afirmando entre si que esses não ditam as regras e cada um pensa do jeito que quiser.

Uma das prerrogativas do projeto moderno de racionalização do mundo, do homem e da sociedade é facilitar a vida das pessoas e controlar a natureza para construir a felicidade no planeta terra. A pós-modernidade ou modernidade tardia enfrenta essa crise no projeto moderno em que o ser humano não conseguiu dar conta dos problemas e sofrimentos na condição humana, da eliminação das dores e melhora indefinida nas condições sociais.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

PEREIRA, Helder Rodrigues. A crise da identidade na cultura pós-moderna. Mental, Barbacena, v. 2, n. 2, jun. 2004 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-44272004000100007&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 15 jun. 2013.

ARAÚJO, Renata Castelo Branco. O sofrimento psíquico na pós-modernidade: uma discussão dos sintomas atuais na clínica psicológica. Monografia. O portal dos psicólogos. Disponível em: <http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/TL0311.pdf> Acesso em: 19 jun 2013.

MACHADO, Letícia Vier; OLEKSZECHEN, Nikolas. Uma discussão sobre a constituição da identidade na pós-modernidade. Disponível em: <http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=uma%20discuss%C3%A3o%20sobre%20a%20constitui%C3%A7%C3%A3o%20da%20identidade%20%20na%20p%C3%B3s-modernidade&source=web&cd=1&ved=0CCoQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.cesumar.br%2Fcurtas%2Fpsicologia2008%2Ftrabalhos%2FUMA_DISCUSSAO_SOBRE_A_CONSTITUICAO_DA_IDENTIDADE_NA_POS-MODERNIDADE.pdf&ei=vSbCUa-RL8LD4AOkxoH4BA&usg=AFQjCNELEgEsys45lKZkrkNNwtaKwkeF7A&cad=rja>. Acesso em: 19 jun 2013.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 2/01/2026 10:22:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: Ajuste social, ciências sociais, construção social, controle social, etnocentrismo, Filosofia, história, manicômio, Medicalização, política, Reforma psiquiátrica

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Usualidade normativa, patologia e contrafactualidade

O conceito de usualidade normativa tem base no conceito de que os fatos que geralmente ocorrem representam uma normatividade de leis naturais e leis sociais e que acontecer algo diferente é sinal de perturbação de leis naturais e leis sociais e por isso patologia. Como explicação alternativa não baseada em patologia, é possível a estrutura conceitual de explicação segundo a qual a contrafactualidade de leis naturais e leis sociais exige estratégias diferentes de influência sobre variáveis naturais e sociais. A complexidade da base diferente de variáveis naturais e sociais e insuficiência do repertório de usualidade normativa é sinal de incompletude de influência sobre variáveis, necessidade de curva de aprendizagem de estabelecimento de novo repertório e portanto poderia significar um estado natural e social de menores problemas ao invés dos maiores problemas que surgem uma vez que a usualidade normativa é perturbada.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/26/2026 08:12:00 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: desmame, desmedicalização, Filosofia, ideologia, Medicalização, normalidade, normopatia, política, psicologia, Psiquiatria, Reforma psiquiátrica

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Definição cpto. de manicomialização

Uma definição comportamental de manicomialização é o desrespeito sistemático e generalizado aos princípios de aprendizagem operante nas áreas de análise experimental do comportamento e behaviorismo radical atrelado a práticas sociais típicas e recorrentes com consequências equivalentes, semelhantes ou substitutivas às alegações de resultados de "doença mental" do pensamento social e biológico manicomiais.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/22/2026 09:36:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: análise do comportamento, behaviorismo radical, Doença mental, estigma, Loucura, manicômio, Medicalização, Modelo Asilar, Modelo biomédico, Psiquiatria, Reforma psiquiátrica, riscos

sábado, 10 de janeiro de 2026

Protocolo comportamental de crise

Algo que acontece nas práticas de atenção a crise atuais é o comportamento de se livrar / se esquivar do problema por impulsividade emocional de terminar com um problema que se prolonga  (ex.: internar, medicar ou atirar) . "Resolver" um problema dessa forma é como resolver um problema tirando da tomada ou formatando um computador. É uma forma de evitar a responsabilidade de resolver o problema. Para que  isso não aconteça seria necessário saber manejo de comportamento em um nível minimamente bem sucedido. O conceito de comportamento como atividade ou ação é insuficiente para descrições de funções de comportamentos em contingências de reforçamento (circunstâncias). Um problema dos protocolos de crise é serem baseados  em ações/atividades fixas e não em princípios do comportamento dentro de circunstâncias em relações funcionais sistemáticas. A dificuldade existe porque as relações sistemáticas dependem de como a pessoa em crise funciona e não é correto agir com base em predefinições de relações funcionais fixas para todos. Como resultado não há real resolução do problema. Em uma situação de crise o protocolo deveria ser pensado para testar relações funcionais rápido e intervir de acordo. Quanto maior a segurança do que fazer mais rápido isso seria realizado. Precisaria ser desenvolvido um planejamento de ensino, monitoramento continuado de resultados e atualização do protocolo com base nos erros até conquistar um nível suficiente de acertos sem emprego de falsas soluções. Um conjunto de registros verbais ou em vídeo de várias dessas situações seria um material de ponto de partida. Esse raciocínio é experimental e usa a base conceitual da análise experimental do comportamento e behaviorismo radical.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/10/2026 03:42:00 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: análise do comportamento, behaviorismo radical, crise, estigma, hospitais psiquiátricos, internação involuntária, Internação psiquiátrica, Loucura, manicômio, Modelo Asilar, Modelo biomédico, riscos

Fazer pesquisa por olhar disciplinado

O processo de fazer pesquisa, principalmente em questões de campos com múltiplas contribuições de perspectivas teóricas, não necessariamente precisa acontecer por definição de uma metodologia de definição de procedimento típico. Esse tipo de procedimento é eficaz na obtenção de confiabilidade e validade. No entanto, o núcleo do processo de fazer pesquisa é o conceito de identificação de determinantes e não o conceito de método. Com isso, a pesquisa poderia ocorrer, por exemplo, por preparação de um olhar disciplinado através do aprofundamento em um domínio de conceitos e fenômenos e o relacionamento sistemático com tais conceitos e fenômenos que induziriam a discriminação e generalização a respeito de identificação de determinantes e formação de conceitos correspondentes a tais determinantes. Logo, a definição de método seria a programação de condições de interação sistemática com um domínio empírico. Por isso, através de um olhar disciplinado e a interação sistemática com um domínio empírico é possível que pessoas imersas em problemas sociais sistêmicos possam contribuir com o conhecimento mesmo sem inserção dos resultados em ambientes acadêmicos.

  

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/10/2026 10:39:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: antropologia, aprendizagem, ciências sociais, Filosofia, Medicalização, Reforma psiquiátrica, saúde mental, sistema de saúde mental, usuários

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Flow/Fluxo em linguagem comportamental

O processo de fluxo (flow) em psicologia cognitiva como uma forma de atividade fluente e satisfatória seria descritível em uma linguagem de comportamento operante como um resultado de realizar atividades que exigem pré-requisitos com disponibilidade de pré-requisitos o suficiente para obter reforço positivo na forma de sucesso na própria atividade ou domínio da mesma. O fato de serem atividades que sejam valorizadas e reconhecidas pela cultura contribui para o estabelecimento e manutenção de repertório sofisticado por reforço positivo de atividade custosa. O fato de já ter conquistado bom grau de nível de proficiência contribui para que a atividade não seja sentida emocionalmente como custosa.


Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/08/2026 11:18:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: análise do comportamento, aprendizagem, behaviorismo radical, economia, neurociência, neuropsicologia, psicologia cognitiva, sucesso

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Etnocentrismos de valores rígidos ou flexíveis

Parte relevante das dificuldades de relacionamento medicalizadas ou não medicalizadas possivelmente tem origem em etnocentrismos (estranhamentos sem relativização metodológica) a respeito de rigidez ou flexibilidade, sem polarização positiva e negativa atrelada a cada tipo respectivamente, em relação a valores que contribuem para manter comportamentos.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/07/2026 08:28:00 AM Nenhum comentário:
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Marcadores: antropologia, cultura, Doença mental, Loucura, Medicalização, Modelo Asilar, Modelo biomédico, preconceito, Reforma psiquiátrica, transtorno de personalidade, transtorno mental

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Condições de medicalização por eventos

Processo de medicalização em sequência de eventos:

1) Uma família aderente ao modelo científico da psiquiatria biológica.

2) Uma família com legitimidade de poder para definir o esperado e em situação confortável.

3) Uma pessoa da família sem legitimidade de poder submetida ao esperado e em situação desconfortável.

4) Uma situação de consulta em que são observadas respostas da pessoa em situação desconfortável.

5) Uma situação de consulta em que a pessoa submetida ao esperado não demonstra aderência ao modelo científico da psiquiatria biológica.

6) Uma afinidade na versão popular de medicalização entre médico e família que estabelece a conexão entre modelo científico e versão popular.

7) A autoridade médica é reconhecida pela família e pela sociedade e o diagnóstico da pessoa sob tratamento se torna identidade social.

8) A negação desse processo de medicalização pela pessoa em tratamento ou profissional de saúde é interpretada como sintoma de patologia ou irresponsabilidade/incompetência profissional devido à restrição de modo lógico de modalidade de mundos possíveis (lógica modal), contrafactualidade e ontologia que implica em conclusão de absurdidade.

9) A cronificação do estado de medicalização se mantém.

10) Com a manutenção da cronificação de tratamento padrão os riscos biológicos relacionados com o tratamento contínuo de manutenção se acumulam.

11) Os riscos acumulados eventualmente resultam em crises com risco à vida ou em vida abreviada.

Postado por Eduardo Popinhak Franco às 1/02/2026 12:35:00 PM Nenhum comentário:
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Marcadores: antropologia, crise, Doença mental, fabricação de doenças, Loucura, Medicalização, Modelo Asilar, Modelo biomédico, Psiquiatria, Reforma psiquiátrica, riscos, transtorno mental
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Série: Hierarquia entre AEC e Modelo Biomédico

Implicações do Modelo biomédico e Análise do Comportamento Resultado de análise em lógica adaptativa LATAr   https://eduardopopinhakfranco.s...

  • Substack: Uma discussão sobre as relações entre a reforma psiquiátrica brasileira e a análise do comportamento
"Embora a situação de opressão em relação ao "paciente psiquiátrico" seja singular, pois ele está amarrado a um sistema teórico e social de rotulação e desqualificação frente à sociedade, essa condição de exclusão no planejamento, nas decisões e nas próprias análises acadêmicas, atinge a maioria dos setores sociais oprimidos". 'Dizem que sou louco': um estudo sobre identidade e instituição psiquiátrica Tânia Maris Grigolo GRIGOLO, T. M. (2000). “Dizem que sou louco” - um estudo sobre identidade e instituição psiquiátrica. Revista de Ciências Humanas (Série Especial Temática). Florianópolis: UFSC.

Fase aguda, fase crônica e recaída (redefinição)

Bloggers pagos e mídia paga

"Também existem mensagens plantadas. A indústria tem exércitos de bloggers remunerados que distribuem material de indústria farmacêutica disfarçado como opinião na Internet, e a maior parte das mais importantes empresas da mídia tem laços com esse ramo. Por exemplo, James Murdoch, filho de Joseph Murdoch, estava na diretoria da ########, e a CEO da Time Inc's, Laura Lang, trabalhou anteriormente na ##### e na ########. Isso ajuda a explicar por que vemos com tanta frequência artigos completamente acríticos na mídia, que são copia-e-cola de comunicados de imprensa da empresa sobre seus medicamentos maravilhosos. Igual à indústria de medicamentos, a mídia é muito poderosa e, quando as duas juntam forças, as inverdades são piores. A indústria também tenta conseguir acesso para fazer mudanças na Wikipedia para garantir que mensagens amigáveis às empresas farmacêuticas apareçam lá também." Livro Medicamentos mortais e crime organizado

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    • A arte perdida de curar (Bernard Lown)
    • A conquista da supersaúde - Uronal Zancan
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    • A Medicina E A Realidade Brasileira (Carlos Gentile De Mello)
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    • Recovery: an alien concept (Ronald Coleman)
    • Sanidade, loucura e família (livro de Laing)
    • São e salvo. E livre de intervenções médicas desnecessárias (livro)
    • Teses da ABRASME
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